Nossos lábios separam-se, meus olhos levemente abertos encontram seus. Seus olhos azuis estão brilhantes e suas lagrimas caem do seu rosto. É como ver um lindo lago com uma cachoeira.
—Elizabeth Vounyr— ei, por que derramas lágrimas?
Limpo as lagrimas de seu rosto com meu dedo indicador.
—Fantástica— perdão... é que fazia eras não sentia isso... essa felicidade de verdade.
—Elizabeth Vounyr— entendo perfeitamente. Não quero estragar esse momento, mas precisamos sair desta casa e encontrar as outras. Antes disso, eu preciso urgentemente descansar.
Volto a retirar minha armadura; fico apenas com as roupas de seda fina por baixo da armadura. Me sento na cama me sentindo bem relaxada, algo que não sentia há tempos.
—Quer juntar-se a mim? Deve estar exausta também.
O rosto de fantástica fica sem jeito com minha pergunta, mas sem pensar muito ela retira seu manto e calçados e se deita comigo. Ela, sem muita vergonha, se conforta em meu corpo. Abraçando minha cintura e descansando sua cabeça em meu peito.
Eu observo o teto da casa com a iluminação fraca das velas e escutando a respiração baixa da maga, e penso “será que sou um monstro por fazer isso com ela? E será que vamos sair vivas, todas nós, para que esse objetivo aconteça?” levanto a mão direita vendo a recém aliança colocada em meu dedo brilhando, anota todos seus detalhes antes de meus olhos se fechando devagar.
—Elfa— então, humana, vai entregar a lagrima-do-diabo ou quer ver suas amigas sangrar até morte?!
—Éva— Yan... por favor... não seja burra agora...
—Elfa— uau, que belas palavras de convencer sua amiga hahahahaha.
A raiva da Yan-sanheng aumentava gradualmente, a espada, normalmente vermelha escuro, ficou com tom mais claro; seus olhos vermelhos soltavam pequenas faíscas de elétricas, e suas cicatrizes escorriam sangue.
—Elfa— então, o que...
Sem aviso, num piscar de olhos, Yan-sanheng estava entre as elfas que segurava Éva e Liria, lentamente os cortes no pescoço nas elfas apareciam e suas cabeças escorregam até cair no chão. Éva rapidamente vai até Liria e cria uma redoma para se protegerem.
—O QUE?!!
—Yan-sanheng¬— não ficou claro? Acharam que nos encurralaram? Não...
Outras 3 elfas avançam na Yan, mas ela desfere golpes que parte ela aos meios.
—Vocês que se encurralaram. Nesta dungeon, existem vários monstros são temidos e poderosos aqui embaixo... e eu sou um deles.
Yan-sanheng sem mais conversa, se avança nas elfas. Elas não tendo tempo de reagir, seus corpos eram decapitados pela lâmina vermelha, o sangue manchando o uniforme da assassina. o que era para ser uma armadilha fácil se tornou uma verdadeiro massacre de elfas feita por uma única humana. Yan se avança na última elfa, mas ela consegue se defender puxando uma adaga.
—Boa. sabe se defender, pena que será inútil
A elfa utiliza uma magia de gelo criando estalagmite entre elas se afastando.
—Elfa—sua humana... você matou minhas companheiras como fosse nada!
—Yan-sanheng— que pena... Não precisa se preocupar, logo vai se juntar a eles novamente.
A elfa cria uma outra adaga de gelo e assume uma postura de batalha.
—Elfa— qual seu nome, humana?
—Yan-sanheng¬— Yan-sanheng.
—Elfa— Yan-sanheng, eu sou Igridd. Lembrarei de seu nome quando arrancar sua cabeça.
—Yan-sanheng— não me faça rir, elfa.
As duas se chocam, ambas são rápidas demais para acompanhar, apesar disso, é notável que Yan estava na vantagem.
—Liria— ela... ela é incrível.
Liria olhava fascinada pelo combate, enquanto Éva estava com sensação de culpa, fechando as mãos em punho e olhando para o chão. Igridd estava cheia de cortes pelo seu corpo e ofegante, enquanto Yan está ilesa sem feridas e não parecendo exausta. Como último recurso, igridd cria uma nevasca tentando atrapalhar a visão da assassina, ela vai até as costas dela para deferir um golpe fatal, mas Yan rapidamente desfere um golpe cortando o braço e outro em seguida na mão incapacitando a elfa. Ela se ajoelha admitindo a derrota.
—Igridd¬— há... eu perdi... para uma humana, se é que você é humana.
—Yan-sanheng¬— eu me faço a mesma pergunta. Adeus, elfa
—Igridd—não vai nem mesmo dizer quem eu...
Um corte rápido é feito no pescoço da Igridd a decapitando, finalizando sua vida. Yan lentamente se acalma, sua espada voltando a cor original, seus olhos perdendo o instinto assassino e o sangue não escorrendo mais de suas cicatrizes. Éva desfaz a redoma e Liria corre até Yan ficando a sua frente.
—Liria— você foi incrível! Você tipo superveloz! E seus foram tipo chua chua e depois...
Enquanto Liria elogiava, Yan olhou para Éva de braços cruzados que desvia seu olhar. Yan está cansada, então ignora a Éva, apoia a espada em seu ombro segue caminho com as duas a seguindo. Elas não caminham muito, então param descansar montando uma barraca.
Depois de acordamos, visto-me minha armadura e fantástica coloca seu manto e suas botas.
—Elizabeth Vounyr— agora, vamos voltar a encontrar uma maneira de sair. Não estou muito a fim de viver neste lugar.
—Fantástica— concordo plenamente.
Fantástica vai até a sacada e faz uma espécie de concentração.
—la fundo desse “oceano” tem uma abertura. Só tem esta aparentemente, vai ser difícil, mas... que escolhas temos, ne amor?
Nos mau nos noivamos e ela deita comigo e já está me chamando-me de amor. estou sentindo que as coisas tão avançando rápido até demais.
—Elizabeth Vounyr— espera, se pode fazer isso por que não fez antes?
—Fantástica— bem, eu não estava detectando nenhuma aura magica até agora. La em baixo tendo um poder avassalador, algo que nunca senti antes.
Ela estende sua mão a mim
—Vamos sair logo daqui meu amor
Ela diz com um tom mais baixo e sorrindo para mim. Suspiro profundamente antes de segurar sua mão. Ela me puxa até que nossos corpos se juntem e ela segura minha outra mão que ela entrelaça os dedos, e tocando na aliança.
—Quem diria que a fabulosa maga estaria entregando seu coração a uma cavaleira...
—Elizabeth Vounyr— nem eu imagine que... esquece. Só por curiosidade, como conseguiu esta aliança?
—Fantástica— da elfa que carbonizei.
—Elizabeth Vounyr— ...
—Fantástica— que? Ela nem vai sentir falta lá no inferno, haha
Eu me noivei com uma psicopata? Sem esperar mais, pulamos no “oceano”. Fantástica, usando sua magia de vento, cria uma redoma que isola a água de nós. Pode não parecer, mas fico fascinada como ela consegue utilizar a magia a sua forma; E pelo menos também não vou ficar com a armadura molhada. Finalmente saímos atravessando esse túnel aquático; pousamos em terra firme
—Elizabeth Vounyr— finalmente longe de água... Vai ficar abraçando-me até quando?
—Fantástica— até que a morte nos separe.
—Elizabeth Vounyr— deus me ajuda...
Noto que há um pequeno acampamento, nos aproximamos com cuidado.
—Foi aqui que sentiu a magia avassaladora?
—Fantástica—sim, mas ela simplesmente está muito estranha; as vezes está forte e muito fraca. Nunca senti nada tão instável
—Elizabeth Vounyr— entendo. Olha, é um mapa talvez nos ajude a sair deste lugar.
Aproximamos da pequena mesa analisando o mapa. Eu e fantástica estávamos anotando todos os caminhos e nossa possível localização.
—Estranho— olá
Nos duas nos levantamos rapidamente assustadas, eu sacando minha espada e fantástica sua magia. Esse rapaz apareceu do nada sentado em uma pedra, nem mesmo a fantástica sentiu sua presença. Seria ele um ser não magico?
Observo da cabeça aos pês, ele estava com uma roupa totalmente branca com algumas manchas, mas o que mais chamava a atenção são suas correntes com uma aura verde que cobriam seus antebraços e percorriam seu corpo como tivessem vida. Ele olhava com para nós e com sorriso bobo.
–Elizabeth Vounyr– quem é você?!
–Estranho– calma, meninas. Não vou fazer nada, só fiquei surpresa ter alguém no meu acampamento. Sou Hipper, o acorrentado
–Fantástica– o acorrentado? Quem fala seu título como se fosse um nome, esquisito.
Olho para fantástica com uma expressão de “sério? Você perguntando isso?”
–Hipper– concordo. Mas é assim que me chamam. Agora eu pergunto, quem seriam as belas damas?
Desde que ele apareceu do nada, ele permaneceu sentado e falando calmamente. Não sem quem é, mas não vou abaixar a guarda nem um segundo.
–Elizabeth Vounyr– sou Elizabeth Vounyr, a cavaleira real do reino
–Fantástica– eu sou fabulosa e magnifica maga Fantástica; e noiva desta bela cavaleira.
–Elizabeth Vounyr– esse último detalhe foi totalmente desnecessário...
–Hipper– prazer em conhecê-las, Elizabeth e Fantástica.
Ele diz nossos nomes apenas sorrindo com os lábios, um sorriso totalmente apático.
Yan, Éva e Liria montaram um acampamento com que a mineradora carregava em uma pequena bolsa.
–Éva– você carrega tudo isso sozinha?
–Liria– eh? Sim... como estou sempre sozinha, preciso de tudo para ir mais longe. Essa bolsa me ajuda muito.
Eva se ajoelha ao lado da Liria enquanto arrumava sua bolsa
–Éva– uma bolsa de armazenamento espacial? Esse é um item muito caro. por que você faz isso? Você é so uma criança e está trabalhando como mineradora. Você... você
–Liria– quase morri? Eu sei e não é a primeira vez. Entendo estar preocupada, mas eu preciso continuar pelo meu papai...
–Éva– quer conversar sobre isso? Pode confiar em mim
Liria suspira profundamente e se senta sobre seus calcanhares.
–Liria– eu moro com meu pai e com meus dois irmãozinhos; meu pai é forte e trabalhador, porém um dia ele voltou muito mal para casa... ele está tão doente que não consegue trabalhar. Para eu começar ajudar, comecei a minerar.
Eva estavam compreendendo as palavras dela. Mineração não era um trabalho registrado pelo reino, então qualquer um pode minerar sem autorização.
–No início foi muito difícil, até perdi meu braço como dá para ver... mas estava conseguindo a pôr comida na mesa. Meu objetivo também se tornou pagar medicamentos para curar meu pai. Isso até o ajudou, porém é insuficiente para curar sua doença...
–Éva– Liria... você não tem mais ninguém para ajudar?
–Liria– minha mãe morreu um ano depois que nasci, meu pai nunca contou o porquê. Nunca tive amigos porque não tenho muito tempo agora e ninguém quer ser amiga de uma criança tecnicomaga
Eva estava sentindo uma empatia pela pequena mineradora, uma criança humilde que está jogando sua infância fora e arriscando sua vida para ajudar sua família.
–Éva– pode em dizer que doença seu pai tem?
–Liria– eu não sei bem o que é, mas é uma mancha preta que lentamente está se espalhando. Última vez que vi, ela pegou metade da sua barriga. Meu pai não sentia dor, porém ele fica muito fraco e cansado.
Com essa descrição da doença, eva fica pensativa como já tivesse ouvido essa doença.
–Éva– Liria, quando saímos daqui, pode me levar até sua casa? Talvez eu consiga curar seu pai
–Liria– eu... eu agradeço, mas não tenho dinheiro para pagar uma médica.
–Éva– tudo bem, querida. pensa nisso como uma ajuda de uma amiga.
Liria não conseguia conter a alegria, lagrimas caindo de seu rosto. Ela saltou e abraçou Éva agradecendo repetidamente. Yan-sanheng saiu da barraca e se sentou numa pedra, já quer a vez dela de ficar guarda. Liria limpa o rosto e vai para a barra descansar, enquanto se senta ao lado de Yan mantendo uma distância desconfortável.
–Yan... eu queria me desculpar por... aquilo que.
–Yan-sanheng– você não está errada. Eu fui imprudente mesmo.
Eva inclina sua cabeça olhando com surpresa, não esperava essa resposta direta e sincera da Yan.
–Eu me movi pelo instinto de luta; eu coloquei a vida de vocês em risco, principalmente da pequena. Eu esqueci que não estou mais sozinha.
–Éva– nossa, não esperava ouvir isso de você.
Pela primeira, Yan dá uma risada sutil
–Yan-sanheng– não se acostume, vou continuar sendo a assassina carrancuda.
O clima entre elas estava mais leve, apesar da distância das duas permanecer distante.
–Éva– pode me contar um pouco sobre sua espada? ela parece diferente de tudo que conheço.
–Yan-sanheng– a espada? Hum... não sei bem, eu apenas a encontrei num lugar quando eu era criança. Não sei o porquê, mas sinto que é destino estar com essa espada... por que a curiosidade?
–Éva– bem, a elfa que você matou parecia conhecer a espada, a chamando de lagrima-do-diabo. E o jeito que ela parece ter amplificado seus atributos, não parecer uma ferramenta mágica o torna... intrigante. Bom, não adianta pergunta para você já que não sabe. Vou descansar agora, me chama se algo acontecer. Não seja imprudente.
Eva vai até a barraca e Yan contínua de viga, ela observa sua espada com detalhes criando pequena curiosidade sobre ela.
–Yan-sanheng– lagrima-do-diabo? Gostei.
–Elizabeth Vounyr– Então, Hipper, como chegou aqui embaixo? E você sabe como sair daqui?
–Fantástica– e por que não estou sentindo nenhuma presença magica em você?
Estamos sentadas na cadeira, ainda atentas, interrogando o mistério garoto. Desde que nos sentamos, ele deixou de ficar me olhando. Será que está pensando em como sou um alvo fácil?
–Hipper– bom, eu venho aqui as vezes nessa dungeon. E sair não é bem uma tarefa fácil, mas sim, sei como sair.
Por uma fração de segundo fiquei feliz com essa informação, porém algo está me dizendo que está errado.
–Elizabeth Vounyr– e por que e como está aqui? É inacreditável alguém chegar aqui embaixo sozinho.
–Hipper– há há, compreensível. E já respondendo à pergunta da maga, eu uso esta corrente, ela é minha aliada há um tempo. Não é um item magico, é algo que eu não entendo, mas tem sido de muita ajuda.
–Fantástica– uma ferramenta não mágica? Então de quem eu senti a magia?
–Hipper– e o porquê... é pessoal. Agora eu faço as perguntas.
Ele inclinou a cabeça fazendo sua franja cacheado revelar-se seu olho que o cobria, agora seus dois seus estão fixados a mim que fez sentir um calafrio.
–Por que alguém da nobreza está num lugar como este?
–Fantástica– no-nobreza? Amor, do que eles falando?
–Hipper– uê? Você está noivas, mas não sabem muito sobre a outra?
Então ele sabe quem sou, deve ser alguém que sabe bem da minha história. Ele se levanta e começa a caminhar pela sua cabana parecendo procurando algo.
–Fantástica– você é alguém da nobreza?
–Elizabeth Vounyr– e é por isso importante conhecer antes de pedir a mão de alguém.
Viro-me em direção a maga, endireito minha postura e como minha mão sobre o meu peito.
–Sou Elizabeth Sardet Vounyr, filha da família Vounyr. Carrego o nome da família que ajudou a fundar este reino e cavaleira real, e pessoal, da rainha Cassandra e sua sobrinha.
Toda essa informação foi tão chocante que ela se levantou rápido e fez cair a cadeira.
–Fantástica– o que?! Nobre? Família Vounyr? Sobrinha da rainha?! Por que não contou?!
–Elizabeth Vounyr– achei que não tinha necessidade, já que...
Aponto para minha aliança
–Me conhecia bem para fazer isso.
–Fantástica– eu... eu nem sei o que dizer. Desculpa, deve estar bem enojada... de alguém como.
–Elizabeth Vounyr– por quê? Por eu ser nobre? Está se sentindo inferior agora?
Me levanto e vou até sua direção e fico a sua frente.
–Sabe, eu fiquei muito impressionada quando pediu minha mão. Tanto por recém nos conhecermos e por pedir alguém como meu nome. Agora sabendo que você sabia quem eu sou, deixou-me feliz porque gosta por quem sou e não por nome de família, então, não, não sinto nojo de você.
Seguro seu rosto com minhas mãos e sorrio com os lábios.
–Você que desistir do nosso noivado?
Fantástica nega com o movimento da cabeça. Mesmo que eu esteja a usando, por algum motivo, eu não quero isso termine tão cedo.
–Hipper– desculpa o casal, mas posso mostrar a saída para vocês?
Fomos até a mesa onde ele estendeu um outro mapa um pouco diferente do outro.
–Hipper– como devem saber, essa dungeon não é muito normal. Ela fica mudando salas de lugar e até o conceito delas, é mais comum em níveis abaixo de 300.
Ele explicou como funciona essa troca de “salas” e possível lugar para sair. será que é possível confiar nele?
–Liria– hum, Yan... você pode me ensinar a lutar?
Liria ficou no lugar de guarda da Éva. Ele ficou muito hesitante até falar coma a Yan.
–Yan-sanheng– primeiro, não me chame assim. Segundo, o que eu ganho com isso?
–Liria– bem... eu quero ser mais útil. Todas estão ajudando, lutando contra monstros.
–Yan-sanheng– e vai matar os monstros com sua picareta? Como uma criança aleijada vai ser útil desse jeito?
Essas palavras machucaram muito Liria, porém ela não recuou.
–Liria– eu sei minhas limitações... mas sem Elizabeth e Fantástica, você é a única que tem habilidades no combate aqui, e se você ficar muito ferida... então preciso estar forte também, eu preciso forte, eu preciso proteger minhas amigas. Por favor, me ensine a lutar!
Yan ficou impressionada com a insistência e coragem da pequena mineradora. Ela fica de pé e apoia sua espada no ombro.
–Yan-sanheng– você é irritante. Pega logo sua picareta e vou avisando que não irei pegar leve.
Liria, com sorriso no rosto, correu até a barraca para pegar sua picareta. Ela volta para iniciar o treino, entretanto vozes ecoavam por uma das entradas que fez Yan assumir postura de combate rapidamente, ela manda Liria acordar Éva.
–Fantástica– amor, realmente podemos confiar nele?
–Elizabeth Vounyr– não sei, mas se ele for a única solução de sairmos...
Enquanto caminhávamos com Hipper guiando o caminho, avisto-o uma luz no fundo. Quando nos aproximamos, vejo uma figura familiar.
–Liria? LIRIA!
Seguro a mão da Fantástica e corremos a frente
–Liria– ELIZABETH!
Ao chegarmos, abraço a pequena como tivesse ficado longe de um familiar.
–Elizabeth Vounyr– que bom você está bem... todos vocês estão bem.
–Yan-sanheng– ela é sua filha por acaso?
–Éva– por favor, Yan, ela só está preocupada. Hum... que bom vocês estão bem. Onde vocês foram parar?
–Fantástica– é uma longa história, mas com novidades muito boas.
–Yan-sanheng– e quem é o esquisito?
Eu fico de pé para apresentá-lo.
–Elizabeth Vounyr– pessoal este Hipper. Hipper esta é...
–Hipper– YAN-SANHENG!!!
De repente as correntes de Hipper se moveram com uma velocidade e fúria em direção a assassina. Ela consegue desviar o ataque e pego a Liria a levando para longe.
–Finalmente... FINALMENTE TE ENCONTREI!!!