Minha respiração esta pesada, meu peito dói de tanque que meu coração bate, meu corpo está encharcado pelo suor.
–Fantástica– Liria, me fala o que houve?
Aquilo não foi um pesadelo, ainda posso sentir suas mãos em mim. Isso foi uma visão? Por que apenas eu vi isso? Tem como evitar isso?
–Liria!
–Liria– hã?... fantástica?
–Fantástica– o foi? Você está—
Eu abraço com toda minha força como fosse a coisa preciosa da minha vida.
–Sabem o que aconteceu com ela?
Elizabeth e Éva não sabem. Fantástica me abraça de volta tentando me acalmar. Conseguindo me tranquilizar, explico tudo o que aconteceu. Elas ficaram confusas, que é plausível sendo difícil de acreditar.
–Elizabeth Vounyr– será que sua visão tem relação com este lugar?
–Liria– eu não sei...
–Éva– e por que só você?
–Liria– eu não sei...
–Fantástica– meninas, deixem a descansar. Ela está muito assustada. Vamos repousar em uma das casas e pensar em... tudo isso.
Ela me segura no colo até chegarmos em uma residência, o jeito que fala e ache comigo parece que foi mãe em outra vida. Eu tive pouca oportunidade de ter uma, e a fantástica comportando-se assim comigo é algo que vou aproveitar cada segundo.
–Éva– aqui deve ser seguro. Se o que Liria for verdade, devemos evitar essa elfa e chegar nesse cubo.
–Elizabeth Vounyr– quem dera fosse fácil. Qual seria a motivação do ataque, Liria?
–Liria– era por causa disso.
Revelo o relógio
–Ela falou que pertencia ao seu reino, então a entreguei. Depois que ela o tocou... ela...
Fantástica me aconchega mais e acaricia meu cabelo.
–Fantástica– tudo bem, estamos bem aqui. Descansa, enquanto eu estiver nenhum pesadelo afetara mais...
Relaxo contra seu peito e lentamente minhas pálpebras descansam.
–Liria– tá bom...mamãe...
Ela para brevemente de acariciar meu cabelo, mesmo não vendo seu rosto, consigo sentir sua leve surpresa com minhas palavras. Será que ela tem filhos e sente saudades?
–Elizabeth Vounyr– você está bem?
–Fantástica– estou sim. Então, qual vai ser plano?
Elas planejavam uma rota de chegar ao templo e conseguir evitar a Dryffi, mesmo tendo a maga mais poderosa, uma caveira do reino e uma maga alta habilidades medicinais foram derrotadas como fossem nada. será que realmente teremos uma chance? Após um tempo de repouso, fomos ao templo escindidas e la está ela olhando para o templo
–Liria– Dryffi...
–Éva– vamos.
–Elizabeth Vounyr– espero que de certo porque sou contra o segundo plano.
Eva nos envolve em uma redoma que nos camufla.
–Liria– consegue fazer isso?
–Éva– pequena criança, sou muito mais que uma mera curandeira.
Fomos até o nosso destino lentamente sem chamar atenção dela. chegamos perto da escadaria, começando a subir a elfa se aproximava de nós e atravessou sua mão na magia de Éva o desfazendo. Rapidamente Elizabeth e fantástica sacam suas armas.
–Dryffi– o que tais aventureiros necessitam?
–Elizabeth Vounyr– não queremos feri-la, apenas estamos a procura de voltar a nossa casa. Só precisamos chegar ao cubo.
–Dryffi– e por que acreditas que ele ajudaria?
–Fantástica– sabemos que somos dignas de sair deste lugar, não será difícil para nós.
Ela no olho torto obviamente desconfiada de como sabemos essa informação.
–liria– eu estudei bastante sobre Lorhel e o que aconteceu com.
–Dryffi– conhece Lorhel?
–liria– sim, e sei que foi um reino onde o país da magia e desapareceu misteriosamente. Sei que somos estranhas, só queremos ir embora sem matar ninguém.
–Dryffi– fico surpresa que nossa história ecoa na superfície. Feito, podem subir, apenas pode devolver o artefato ele faz parte de meu—
–Liria– NÃO!
Meu gritou reverberou pela cidade, todas me olham incrédulas.
–Quero dizer, não posso. Quero... quero que todos saibam deste lugar e este relógio vai ser aprova de um mundo perdido existiu. Quero espalhar sua cultura, tradições e história pelo mundo.
Ela olha para sua cidade, provavelmente refletindo sobre o que contei.
–Dryffi– não vejo problema. Vai ser bom que uma vez existimos. Pode ficar com relógio.
Consegui... começamos a subir a escada até o grande objeto, quanto mais nos aproximássemos mais conseguia sentir o poder que emana da energia. Tão perto da saída que tropecei e o relógio caiu escada abaixo. Dryffi o pegou para me entregar, porém o pior aconteceu novamente. Seu olhar escondido pelos revelou-se com uma ira avassaladora, desço alguns degraus para ficar a frente das minhas amigas.
–Liria– eu sinto muito! Sei que foi injusto o que fizemos com sua filha e marido, mas não tínhamos escolha. Por favor... pode me punir e as deixem viver!
–Fantástica– Liria! O que está falando?!
–Liria– tudo bem, é o que posso fazer por minhas amigas.
–Fantástica– Não! Não! Isso não vou permitir!
Os cabelos da elfa relaxam até esconder seus olhos novamente.
–Dryffi– isso explica como sabe deste lugar. Vou poupar sua vida.
–Liria– o que?
–Dryffi– entretanto, duas de vocês terão que ficar. Vocês tiraram duas pessoas de mim. Acho que seja uma troca justa.
Mesmo conseguindo estar vivas, ainda estou perdendo minhas amigas. Se lutarmos vamos morrer. O que eu faço...
–Elizabeth Vounyr e fantástica– vamos ficar!
–Liria– o que estão fazendo?! não podem fazer isso!
As duas me abraçam.
–Elizabeth Vounyr– tudo bem. dominamos nossa decisão.
–Fantástica– é nossa obrigação proteger os mais frágeis. Espero que nosso sacrifico valha apena.
Elas voltam em direção a Dryffi, acenando uma para outra, e avançam para atacar e Éva me carrega até o cubo.
–Liria– o que estão fazendo?!
–Éva– estamos seguindo o plano, algumas partes deles.
O grande objeto brilha intensamente como na última vez e alfa está voando ao nosso lado e dispara um raio de energia na Escada que faz Éva cair em queda livre. Ela me abraça e aterrissa no chamo quebrando suas pernas.
–Liria– Éva!
–Éva– tudo bem... só... se afasta um pouco...
Regenerando suas pernas lentamente, os ossos exposto e músculos se juntando novamente. Suas feridas não estão visíveis, nem parece que acabou de quebrá-los. De repente, Elizabeth e fantástica caem do chão.
–Liria– elas... elas...
–Éva– não olha.
Ela me carrega de novo para longe. Mesmo minha visão esteja diferente, o destino ainda é o mesmo.
–Fantástica– err... amor?... não... não! não! não! De novo não... AHHHHHHHH!!!
A dor dela era audível mesmo estando longe. A elfa nos alcança parando nosso caminho.
–Éva– vai matar uma criança e uma médica?
–Dryffi– ...boa sorte, vai precisar criança, criança.
Não sei o porquê, mas sinto que já escutei essa frase. Uma explosão acontece próxima ao templo onde estaria Elizabeth e fantástica. Uma grande sombra projetava com uma face assustadora, ela estava cobrindo a cidade inteira. O grande objeto que poderoso facilmente foi coberto pela sombra fazendo a o mundo entrar numa escuridão e aura da elfa sumindo. Eva cria uma redoma entre nós. A escuridão chega até nos; Dryffi, que nem tentou fugir, é revestida pela sombra, seu corpo começa apodrecer até não restar mais nada.
Eva está visivelmente se esforçando para manter sua magia, a escuridão deve estar tentando destruir a redoma. Um rosto grande macabro surge a frente de Éva nos observando.
–Liria– isto... isto é...
–Éva– é a fantástica ou que restou dela...seu poder e a necromancia combinaram a isto. Esse é um dos motivos essa magia ser proibida...
Me ajoelho abraçando minhas pernas chorando.
–Não perca a esperança... você ainda pode mudar isso.
–Liria– não tenta me animar...
–Éva– não estou... você não teve uma visão, mas sim uma viagem temporal.
–Liria– do que está falando?
–Éva– sua história junto com as falas da elfa e tudo que aconteceu entre vocês... você viajou no tempo graças a esse relógio... não sei o porquê...
Pego o relógio.
–Liria– você tem certeza?
–Éva– não, mas é uma explicação mais logica, so que para isso acontecer.
–Liria– preciso morrer...
Se isso for verdade mesmo, ainda posso mudar o futuro, só que ter de morrer novamente...
–Éva– sei o que está pensando... mas sabe que essa é—
Eva se ajoelha, ela está cansada o que faz a magia enfraquecer.
–Desculpa... não vou durar muito... eu confio em você... sei que pode nos salvar... você é forte...
–Liria– e seu não conseguir...
–Éva– você vai... estou afirmando...
ela está realmente confiando em mim. Mesmo com todo treinamento da Elizabeth, ainda sou fraca. Não sou capaz de proteger minhas amigas, então como sou capaz de mudar o futuro?
Eva acaba cedendo e escuridão começa a nos consumir de baixo para cima, apodrecendo meu corpo, cada musculo, tendão e órgãos necrosava rapidamente o que causa uma dor avassaladora. Tendo minha última visão o que seria o rosto da fantástica antes de ver mais nada.
Estou neste lugar de novo, sentindo uma leveza mesmo passando pela pior coisa do mundo. Se for verdade a volta no tempo, como eu posso impedi-la? Mesmo que digam, ainda não sou forte, nem elas conseguem vencê-la quem dirá eu...
Tic tac tic tac
–Elizabeth Vounyr– Liria...Liria, você está bem?
Elizabeth... então Éva estava certo, eu voltei no tempo. Estou de volta na entrada onde se encontra a porta. Quando fantástica se aproxima, me afasto e saco minha picareta.
–Liria– não se aproxime!
–Fantástica– o que houve?
–Elizabeth Vounyr– o que está fazendo Liria?
–Liria– não quero esse demônio por perto. Ela é perigos se continuar conosco. Va embora e não volte mais!
–Fantástica– liria...
E o ciclo se repete, repousando na mesma casa. Explico toda a situação a elas, tirando a parte que aconteceu com a maga, e mesmo assim a fantástica continua com uma cara de tristeza, não posso culpá-la pelas minhas. Fomos ao templo novamente e puxo de leve o manto dela.
–Liria– me... me desculpa. Eu apenas estava assustada e—
Ela me abraça.
–Fantástica– tudo bem. Você passou por coisas horríveis.
–Liria– ainda assim não justifica o que falei... sinto muito.
Eu retribuo meu abraço com toda minha força. Na última vez era como fosse uma mãe confortando uma filha, agora me sinto a filha que magoou a mãe; mesmo estando nessa situação, estar com é meu maior refúgio.
Chegando perto ao templo, principal o encontro com a Dryffi, tive um plano que espero elas estejam seguras.
–Fantástica– onde pensa que vai?
–liria– vou conversar com ela?
–Fantástica– você enlouqueceu? Não vai—
–Liria– não se preocupe, se eu falhar posso tentar de novo.
Ela com surpresa e procupaçao, ainda tentando me impedir, eva segura o ombro dela.
–Éva– eu também não quero isso, mas ela é a única que sabe o que vai acontecer e a que pode mudar nosso destino.
Mesmo sendo contra ela cede e pede para eu tomar cuidado. Meu peito doi quando vou me aproximando, fico numa distância segura caso consiga fugir.
–Dryffi– hum? O que traz um humano a este lugar?
–Liria– quando vermos o sol novamente, vai ser nosso encontro que fara a estrela se apagar.
–Dryffi– ...onde ouviu essa frase?
Mostro o relógio.
–Liria– eu sei o que fizemos não tem perdão, mas quero fazer uma proposta com você.
Ela se aproxima e segura o relógio da minha mão, aperta minha mão que chega a doer.
–Dryffi– qual seria a proposta?
–Liria– quero que liberte minhas amigas e eu fico para fazer o que quiser comigo.
–Fantástica– que merda de plano é esse?! Mas nem pensar!
–Elizabeth Vounyr– nunca aceitarei isso!
Eva permaneceu em silencio. A elfa olhou para elas e depois para mim e parecendo mais calma.
–Dryffi– você tem coragem. Uma criança dando a vida pelas pessoas mau conheceu. A raiva persiste, mas nada vai mudar tal situação. Deixarei vivas com duas condições... quero que me tragam a assassina de minha filha.
Yan... eu seria totalmente contra em entregar uma pessoa, so que sendo ela...
–E quero que relate a história de meu reino ao seu povo.
–liria– feito.
O relógio soltou uma luz muito forte que impossibilitou enxergar. Quando volto a ver, estou no meio de uma cidade desconhecida.
–onde estamos?! Cade as outras?!
–Dryffi– você esta onde meu lar teve seu auge. Conheça o reino mãe da magia, Lorhel!