o que esse velho, podre esconde.
Inserindo a chave na porta, uma passagem é revelada: uma série de escadas, as paredes são apenas tijolos diferentes das paredes brancas da pequena loja, algumas teias de aranha no teto, outras no chão.
Mas o que chamava atenção era que não tinha nenhum botão para acender as luzes, na verdade, não tinha nenhuma lâmpada no lugar.
Indo para a loja novamente, Noro pegou uma lanterna, rapidamente colocou pilhas e acendeu.
Descendo a seção de escadas. Chegando a um cômodo ainda mais escuro e tenebroso, com um monte de caixas de papelão empilhadas uma na outra.
'... Puta merda, uma arma!'
Em uma mesa estava um pequeno revólver Colt bem antigo.
Noro hesita em pegar a arma, suando frio, mas a pega. Ela estava carregada e pronta para disparo, mas continha somente 3 balas.
Uma coisa a se acrescentar é que neste mundo, começou a surgir um pequeno problema não se sabe como isso aconteceu, no entanto...
De vez em quando em qualquer lugar aleatório do mundo pode se abrir um portal para outra dimensão. E dele sai monstros poderosos que gostam do sabor da carne humana.
Os governos entraram em crises para resolver isso e decidiram criar.
Os caçadores um grupo policial muito bem treinado para caça e matar essas bestas que vem para esse mundo.
Se um humano conseguir matar alguma criatura, ela receberá um presente.
Uma arma ou objeto surgirá instantânea, ou instantes depois após matar o monstro.
Para chamar os caçadores basta apenas pegar um telefone e ligar para a agência dos caçadores.
Deixando isso de lado, por quanto.
Voltando a Noro. Ele estava analisando a arma tentando entender porque o velho Robert teria uma arma.
"É uma arma bem antiga parece um pouco enferrujada talvez seja uma herança de família bom de qualquer forma é melhor devolver isso"
Após colocar a arma cuidadosamente no ponto que estava. Ele volta a subir as escadas para voltar ao trabalho.
Porém, algo congela sua espinha, passos pesados descendo as escadas.
"Droga o senhor Robert, tenho que me esconder.
Entrando em umas das caixas grandes o suficiente para caber Noro ele se esconde fechando a tampa da caixa de papelão.
Abraçado seus joelhos "que merda não era para ele voltar tão cedo eu vou ser demitido..."
Espiando por uma fresta na caixa, ouve os passos ficando cada vez mais pesados e se aproximando cada vez mais.
Noro sua, frio, mas o que ele vê em seguida o deixa paralisado.
"... Um monstro! Ele tampa sua boca."
"Como isso foi acontecer droga eu não quero morrer, mas o que eu posso fazer eu não sou forte... Já sei tenho que ligar pros caçadores. "
"... Porra esqueci que não tenho nenhum celular como vou chamar eles agora...
A criatura se assemelhava um quadrúpede, com uma pele acinzentada macia, uma cabeça alongada parecida com a de um lobo.
A um pouco de Pelos avermelhados acima de suas costas, mas não abaixo da sua barriga deve ser a parte mais vulnerável de seu corpo.
Mas algo a diferença ela tem uma coleira de ferro no seu pescoço com correntes partidas. Como se ele estivesse escapando de algum ou solta?
"Se tem um monstro aqui deve ter um portal próximo podem aparecer mais delas drogas já não basta uma, o que eu faço. Lágrimas brotam de desespero do rosto de Noro, porém ele tenta segurar o choro para fazer o mínimo de barulho possível.
"Já sei a arma se eu conseguir atirar nela talvez eu tenha uma chance, mas como... Isso é impossível estou com muito medo"
A criatura caminha lentamente, ela começa a farejar fungando ele sente o cheiro de Noro escondido em uma das caixas de papelão. Ela olha para Sima e solta um uivo capaz de paralisar qualquer um de medo.
"Droga maldição não tenho escolha vou morrer de qualquer jeito então que seja de uma forma menos vergonhosa"
Noro sai da caixa e corre em direção a mesma onde se encontra a arma e a pega o monstro solta um rugido saliva escore de sua boca ela dispara em direção a nero com suas garás prontas para estrasalhar.
Noro estende a arma para frente e segura com todas as suas forças, ele fecha os olhos e aperta o gatilho...
Puumm...!
Fazendo um barulho alto provavelmente o bairro inteiro deve ter ouvido isso.
Noro ainda com os olhos fechados esperando sua morte com suas pernas paralisadas, aguarda. Mas nada acontece, ele abre um pouco sua visão.
— Eu consegui? Eu consegui! Eu matei um monstro, ele cai de joelhos no chão atordoado chorando.
A bala acertou em cheio a cabeça do monstro, atingindo o seu cérebro fazendo-o morrer na hora.
Após alguns minutos ele se levanta, chuta a criatura e sobe as escadas e no topo dela...
Que desgraça é essa agora?
Onde ficava a porta um portal estava aberto tampando a saída? Ele era totalmente vermelho partículas carmesins como faísca voam para fora do portal caindo nas escadas.
A curiosidade toma conta é como se algo estivesse chamando.
Noro entra no portal aceitando seu destino cruel até porque ele já era um pobre miserável e ia ser demitido de seu
emprego, ia morrer de fome de qualquer jeito, então Dani-se que seja de uma forma épica.