Após tudo se acalmar, hitori se virou para kurona para pergunta.
— por que diabos você nós chamou? aposto que todos nós temos algo para fazer. Não é, meninos? — ela perguntou olhando para Arthur e ishida.
Arthur coçou a nuca enquanto pensava em alguma coisa enquanto ishida nem estava prestando atenção no que hitori dizia.
Hitori solta um suspiro antes de dizer.
— como eu consegui tantos amigos idiotas. — após essa fala ela se sentou em cima de uma das mesas das salas.
Kurona ri um pouco antes de começar a falar sobre o assunto que fez os quatro se reunirem.
— eu chamei todos aqui para tratar de um assunto muito importante. — ele se aproximou de ishida e colocou a mão no ombro dele.
— nosso companheiro aqui está passando por um momento muito ruim! então eu reuni todos aqui para nós fazermos aquela brincadeira que fazíamos quando crianças para reacender a felicidade do nosso velho amigo! — kurona dizia enquanto gritava e ishida tirava sua mão de seu ombro.
Arthur arregalou os olhos de empolgação.
— você tá falando do "desafio de crise"? —
Kurona assentiu enquanto ria.
Hitori suspirou enquanto colocava a mão na cabeça.
— aquela brincadeira idiota sobre invocar um fantasma? Fala sério, Vocês tem quantos anos? Tão parecendo um bando de crianças. — hitori ficou sentada com as pernas cruzadas em cima da mesa.
Kurona limpou a garganta.
— hitori, são três contra uma então nós vamos fazer. Agora vamos logo fazer isso! — não deu tempo para hitori falar que ishida não tinha falado nada que kurona e Arthur já estavam arrumando a sala.
O desafio de crise se consiste em juntar quatro mesas no meio da sala, cada uma virada para uma parede, após isso, deixar as mesas em cada canto da sala, as quatro pessoas que participariam do jogo se juntariam no meio da sala, se curvaram, depois viraram de costas e darão quatro passos para frente, depois de fazer tudo isso, bastava esperar o fantasma aparecer.
Após fazerem tudo isso, os quatro ficaram esperando algo acontecer até que Arthur foi o primeiro a falar algo.
— ha! não aconteceu nada!eu não sabia que não ia acontecer nada. — os quatro continuaram olhando para as paredes das salas, era como se eles não tivessem coragem de se virarem.