ishida ficou apontando o revólver na direção da garota, o círculo mágico no chão brilhava uma cor branca. — desfaça o círculo mágico... imediatamente... — ishida disse com uma voz fria, ele claramente não ligava se arrumasse problema ao apertar o gatilho.
a garota ficou ofegante, ela possivelmente subestimou eles e se surpreendeu da pior forma.
ela afastou a mão do círculo mágico, seu brilho desapareceu e garota ficou de joelhos, provavelmente implorando a Deus para ishida ser generoso e deixar ela ir embora.
— boa garota. — ele colocou o revólver de volta no coldre axilar e ajoelhou uma perna. — agora me responda... quem é você?o que quer?e para quem você trabalha. — os olhos verdes de ishida estavam tão intensos que poderia dizer que ele estava olhando até a alma dela.
Arthur deu um passo à frente. — e é melhor começar a falar logo! — ishida colocou a mão no peito de Arthur enquanto se levantava e se afastava da garota.
— tem mais alguém aqui... presta atenção... — ishida disse para Arthur que ficou em silêncio tentando ouvir alguma coisa até ouvir passos vindo de cima.
uma bomba de fumaça caiu entre eles e a garota, tudo ficou difícil de ver, a garota saiu da fumaça e começou a correr.
ishida e Arthur saíram também enquanto tossiam. — droga! sempre esqueço os perigos do fumo passivo. — após essa piada, ishida começou a correr e Arthur veio logo atrás.
a garota fugia enquanto pulava pelas pontes e telhados das lojas, mas a dupla estava logo atrás.
— volta aqui, desgraçada! — Arthur xingou enquanto corria atrás dela.
de repente vários espinhos de gelo apareceram na frente deles impedindo eles de seguirem a garota.
ishida rapidamente tirou o revólver do coldre e se virou na direção onde havia outra figura encapuzada que começou a fugir também.
ishida atirou na figura que desviou com facilidade, porém ela não esperava que ishida tivesse atirado duas vezes, a segunda bala acertou na canela da figura fazendo ela cair em um dos telhados.
ishida e Arthur chegaram até a figura, porém ela havia sumido, sobrando apenas algumas gotas de sangue.
— covarde. — ishida colocou o revólver no coldre enquanto falava. — vamos embora, Arthur. não teremos aula por uma semana por causa do domínio amaldiçoado então temos tempo para descobrir quem são somos perseguidores. — Arthur seguiu ele e os dois desceram do telhado para irem embora dali.
a garota e a figura encapuzada observavam os dois indo embora, uma voz masculina saiu por trás do capuz da figura enquanto ela cobria o ferimento do disparo com a mão. — esses garotos definitivamente não são normais... temos que ficar de olho neles, mas de um jeito que eles não percebem nossa presença. — a garota assentiu enquanto encarava especialmente ishida.