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Os Capítulos 6 ao 10 já passaram por melhorias completas! A essência da história continua a mesma — mas agora com mais detalhes, cenas aprofundadas, ritmo mais envolvente e muito mais imersão no universo! ✨
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Um boa leitura a todos 😁
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Capítulo 6: O Retorno
Após voltar à sua torre, Penny começou a descer as escadas para os andares inferiores. Ao chegar lá embaixo, Alter estava carregando livros e os organizando em uma imensa estante vazia. Ele encaixou um livro na estante, fazendo a estrutura inteira brilhar por um breve segundo e emitir um som que pareceu ecoar por todo aquele andar. Alter escutou passos vindo atrás dele e se virou, deparando-se com Penny.
— Senhorita, você já chegou — disse Alter, cumprimentando Penny com uma reverência impecável.
— Sim, Alter. Já cheguei — respondeu Penny, dando um suspiro.
— Se a senhorita estiver muito exausta, deveria esperar um pouco antes de retornar para a sua história — propôs o assistente, mantendo seu habitual sorriso acolhedor.
— Não precisa, Alter — rebateu Penny, ajeitando o vestido. — Você já se esqueceu de que eu nunca me canso?
— Isso é verdade, senhorita. Mas não significa que a sua mente não possa se cansar — disse Alter, olhando para Penny.
— Hum… está bem, Alter, acho que vou ficar um pouco antes de retornar para a minha história.
Então Penny passou seu tempo explorando sua torre, caminhando entre as imensas estantes de livros, observando sua coleção de estátuas, até que a hora de seu retorno finalmente chegou. Com um comando mental, sua presença física desfez-se no ar, transmigrando de volta para o exato milésimo de segundo em que havia deixado aquela história.
Apenas alguns minutos após ela se materializar na beliche, a porta do alojamento subterrâneo abriu-se com um rangido. Maria entrou no quarto, exibindo um olhar cansado, mas caloroso.
— Oi, Penny! Já voltei. Você não ficou muito entediada de ficar trancada sozinha aqui, não né? — perguntou Maria, aproximando-se.
— Não, foi muito divertido! — respondeu Penny, abrindo um sorriso brilhante e inocente, enquanto sua mente ironizava: "Se ela soubesse o que eu fiz nesse meio tempo, veria que é simplesmente impossível eu ter ficado entediada."
— Bem, então — disse Maria, sorrindo de volta. — Agora, você poderia me ajudar a ajeitar as coisas que nós vamos levar para a superfície?
— Tudo bem, eu ajudo — consentiu a garota, levantando as mãos pequenas com falsa animação.
À medida que as duas começavam a empacotar velhas caixas de papelão e amarrar tralhas com cordas gastas, a mente de Penny fervilhava em pura indignação: "Fala sério... Que merda eu estou fazendo da minha vida embrulhando essas tralhas?"
— Certo, acho que já empacotamos tudo — disse Maria, se levantando após empacotar a última caixa.
Logo em seguida, uma soldada de cabelos curtos com uma espada gigante nas costas abriu a porta.
— Hum… ainda tem gente aqui? Foi mal, pensei que já tivessem desocupado — disse a soldada, segurando a maçaneta da porta enquanto olhava para Maria.
— Ana, que bom ver você! Nós já estamos saindo — disse Maria, segurando uma caixa.
— Certo, então vou começar a trazer minhas coisas para cá — disse Ana, logo após sair pela porta.
Pouco tempo depois, Maria e Penny estavam andando na superfície, indo em direção à cabana delas. Maria olhou para os lados, vendo as pessoas ajeitando diversas casas destruídas pela invasão dos monstros da noite passada.
— Nossa, o pessoal já está quase reconstruindo as casas destruídas — disse Maria, olhando para um grupo de pessoas consertando uma das casas.
— Me tragam aquelas tábuas — disse um homem que estava consertando a casa. Ele notou Maria e Penny e começou a olhar para elas carregando caixas.
Penny, vendo aquilo, pensou enquanto olhava para Maria: “Tsc… essa mulher irritante… Como ela ousa me fazer passar por essa vergonha de estar carregando essas tralhas?”
Após poucos minutos de caminhada, Maria e Penny chegaram à sua nova casa. Elas se estabeleceram em uma das cabanas rústicas da superfície, um barraco de madeira antiga, cinzenta e tomada por grossas teias de aranha nos cantos do teto.
Olhando para o chão de tábuas empenadas, Penny pensou, furiosa: "Mas que droga de lugar é esse? Esse lixo não vai desabar na nossa cabeça, não? Essa humana está falando sério em querer morar nessa porra de lugar? Por que diabos ela quis se mudar para cá, sendo que poderíamos ter ficado no bunker, onde era mil vezes mais confortável e limpo?!"
Quando Maria e Penny entraram na cabana, a cada passo que elas davam, as tábuas rangiam. E um pedaço de madeira despencou do teto onde era o segundo andar da casa. O pedaço de madeira caiu perto de Penny, que nem se mexeu e só ficou parada observando o lugar.
— Nossa, esse lugar está caindo aos pedaços... — comentou Maria, soltando uma risada leve e otimista, apesar do cenário do lugar. — Que bom que o Arthur e o Carlos prometeram nos ajudar a consertar tudo.
Internamente, contudo, os pensamentos de Maria transbordavam pura empatia protetora: "A Penny é uma criança muito nova para ficar naquele bunker onde só tem adulto... Eu precisava trazê-la para a superfície. Aqui em cima existem outras crianças da mesma idade que ela, onde ela poderá brincar e até fazer amizades."
Penny, que possui a capacidade de ouvir os pensamentos dos seres ao seu redor, captou o fluxo de pensamentos de Maria no mesmo instante. Seus olhos amarelos arregalaram-se em um choque de pura incredulidade, que logo se transformou em uma ira monumental:
"Que porra ela acabou de dizer?! Nós saímos daquele lugar confortável para vir morar nesse muquifo de lugar, só por causa de um motivo imbecil desses?! Eu deveria arrancar as pernas dessa mulher agora mesmo! E como ela ousa me chamar de criança, sendo um ser ridículo que não tem idade nem sequer para tentar competir? Tsc… Nas próximas histórias, acho que vou mudar minha forma para a minha versão adulta. Isso é humilhante... Ser tratada como uma criança por um mero mortal!"
Algumas horas mais tarde, Arthur e Carlos chegaram trazendo ferramentas improvisadas. Eles cumprimentaram as duas e imediatamente começaram o trabalho duro. Pregaram novas tábuas nas paredes onde o vento frio passava, reforçaram a estrutura e consertaram o telhado que exibia goteiras antigas.
Após finalizar a reforma, o grupo caminhou até um velho banco de madeira posicionado sob a sombra de uma árvore alta. À frente deles, o pátio da superfície exibia uma rotina quase normal: crianças sobreviventes corriam e brincavam com bolas de pano entre as fileiras de cabanas que haviam acabado de ser reconstruídas.
— Finalmente terminamos... — resmungou Carlos, desabando no banco, completamente exausto e suado.
— Pessoal, muito obrigada pela ajuda de verdade — agradeceu Maria, com um sorriso sincero.
— Não foi nada. Se você precisar de ajuda para mais alguma coisa, é só dizer — respondeu Arthur, limpando a fuligem dos braços.
— Eu sou o seu irmão, Maria. É claro que eu te ajudaria — brincou Carlos, tentando recuperar o fôlego.
O momento de calmaria durou pouco. Um soldado de guarda aproximou-se a passos rápidos. Ele chamou Arthur, que se levantou e foi até ele, onde o soldado cochichou algo no ouvido de Arthur. O veterano assentiu, sua expressão tornando-se severa imediatamente.
— Maria, Carlos, eu preciso ir. Volto outra hora... A Comandante Lara mandou me chamar na sala de comando — avisou Arthur, despedindo-se com um aceno tenso.
— Tudo bem, tome cuidado — respondeu Maria, acenando com a mão.
Arthur marchou pelos corredores profundos do subsolo até alcançar a sala de comando da base, um local austero, repleto de mapas táticos rasgados e mesas cobertas de poeira e relatórios militares. Atrás da mesa principal, a Comandante Lara o aguardava de pé, a mão direita repousando na katana.
— Comandante Lara, a senhora mandou me chamar? — perguntou Arthur, olhando para Lara.
— Sim, pedi para lhe chamarem porque você ainda não me deu um relatório detalhado dos acontecimentos que ocorreram na expedição ao laboratório do Doutor Leon — ordenou Lara, sua voz gélida ecoando no recinto.
— Sim, senhora... — começou Arthur, engolindo em seco enquanto as memórias daquele pesadelo vinham à tona. — Para ser exato, nós sequer conseguimos alcançar as coordenadas do laboratório. O mapa e as informações que nos forneceram eram completamente falsos; elas nos levaram para um local diferente do que era para ser o laboratório. No perímetro indicado, o que encontramos foi o território de um acampamento massivo de sobreviventes... Mas, pelo perfil tático e o armamento que exibiam, pareciam bandidos altamente perigosos. Então recuamos.
Arthur fez uma pausa, fechando os olhos por um segundo enquanto o pavor do passado invadia sua mente. Em seus pensamentos, uma imagem sangrenta projetou-se: ele viu um soldado empunhando uma espada gigante e reluzente, desferindo um corte preciso que decepou parcialmente o braço de um monstro mutante gigante. Porém, antes mesmo que a lâmina terminasse o arco, o tecido muscular da criatura borbulhou e o ferimento fechou-se instantaneamente, ignorando o golpe. Um grupo de soldados utilizando armas de fogo começou a disparar contra o monstro. No milésimo de segundo seguinte, o Colosso Putrefato ergueu sua mão imensa, esmagando os soldados de infantaria comuns que atiravam contra ele, mas não conseguiam feri-lo. O soldado que utilizava a espada gigante avançou contra o monstro mais uma vez, mas a criatura o agarrou pelo tronco, levou-o em direção à sua boca e o devorou vivo com uma mordida brutal.
— O soldado de elite e toda a nossa escolta de infantaria foram massacrados por aquele mutante gigante que nos perseguiu quando estávamos recuando do acampamento de bandidos — continuou Arthur, com a voz trêmula ao relembrar aquela cena. — Carlos, Maria e eu só conseguimos escapar com vida porque batemos em retirada imediata.
— Entendo. —disse lara olhando para a expressão de Arthur. —Eu já entendi a gravidade da situação e nós já achamos e interrogamos o informante que nos deu essas coordenadas falsas. E graças à Comandante Katerina e suas habilidades mentais, ela invadiu e leu a mente daquele traidor. Descobrimos que ele é um espião infiltrado, e ao que parece pertence a essa facção de bandidos. E o território principal deles fica localizado justamente na cidade em ruínas onde o laboratório do Doutor Leon está escondido.
Lara fez uma pausa por um segundo, seus pensamentos recuando para as palavras que Katerina havia lhe dito poucas horas antes. Katerina disse que, após vasculhar as memórias do traidor, não conseguiu identificar quem o havia ajudado a entrar na base. No entanto, ela fez uma expressão séria e afirmou que existia uma probabilidade altíssima de que alguém de alta patente daquele acampamento tivesse facilitado a infiltração do espião. Era vital ter cuidado extremo com o vazamento de qualquer informação para quem não é de confiança.
Retornando o olhar severo para o veterano à sua frente, a líder militar retomou a palavra.
— Arthur, eu sei perfeitamente que na expedição anterior você se voluntariou para ir por causa de Maria e de Carlos, e para tentar achar o local onde sua esposa morreu. Portanto, vou te passar as ordens diretamente e você será o responsável por repassá-las a eles — determinou Lara, olhando para Arthur. — Estou organizando uma nova expedição até a cidade em ruínas. Vocês três, juntamente com o Soldado Enrique e a Comandante Katerina, irão a campo para confirmar as coordenadas reais do laboratório e coletar o máximo de informações possível sobre o acampamento de bandidos que se instalou naquele perímetro.
— Entendido comandante Lara, irei repassar suas palavras sobre a nova expedição para eles — respondeu Arthur, mantendo a postura firme.
— Tudo bem. Agora você já está dispensado — concluiu Lara, fazendo um leve aceno com a mão.
Arthur prestou uma rápida continuação, deu meia-volta e deixou a sala de comando. Ao cruzar os corredores de concreto úmido do bunker profundo, ele quase colidiu de frente com um homem de postura imponente e uniforme negro de gala. Era o Comandante Raven.
— Hum… Arthur! Já faz um bom tempo que não te vejo por aqui... Acho que isso foi desde que você pediu para ir na aquela maldita expedição — cumprimentou Raven, abrindo um sorriso descontraído que contrastava com sua habitual severidade militar.
— Comandante Raven — respondeu Arthur, erguendo a mão para o cumprimento formal padrão.
— Fala sério, Arthur, deixa disso! — Raven cortou o gesto com uma risada leve, batendo no ombro do amigo. — Você sabe muito bem que somos amigos. Não precisa me chamar de comandante e muito menos me saudar formalmente enquanto estivermos a sós. Mas me diga... Você estava conversando com aquela Ogr... Quero dizer, com a Comandante Lara?
— Sim — respondeu Arthur, enquanto sua mente ironizava o deslize do superior: "E impressão minha ou ele ia mesmo chamar a Comandante Lara de Ogra bem aqui no meio do corredor, que fica de frente para a porta da sala dela?" — Ela me chamou por causa da expedição anterior, e para me passar informações de uma nova expedição que ela está organizando.
— Entendo. Deve ser por isso que ela mandou me chamar também. Provavelmente quer que meu esquadrão dê suporte. ou ela apenas que eu seja informado sobre o trajeto — comentou Raven, coçando a cabeça enquanto pensava. “Essa mulher não me deixa em paz mais não, sem dúvida ela vai me mandar novamente para as outras bases onde tem pessoas ainda mais desagradáveis do que ela.“
Antes que pudessem estender a conversa, um soldado de elite portando uma imensa espada na cintura aproximou-se a passos rápidos. Ele prestou reverência e cochichou algumas palavras urgentes diretamente no ouvido de Raven. O comandante assentiu, sua expressão retornando à frieza de sempre.
“Que merda como se não bastasse a comandante lara agora ate o chefe de pesquisas esta me enchendo” pensou raven fazendo uma careta de frustração.
— Peço desculpas, Arthur, mas o dever chama. Preciso ir agora — despediu-se Raven, já se virando. — A gente se esbarra por aí a qualquer hora dessas!
Os dois se despediram com um aceno sutil e o Comandante Raven empurrou as pesadas portas de ferro, entrando na sala de Lara.
As horas voaram a noite caiu e com os guardas nas torres de vigilância das muralhas mais atentos do que nunca apos o massacre recente. E já nas primeiras horas da manhã do dia seguinte, a superfície do abrigo transformou-se em uma zona de preparação frenética. Próximo a um velho armazém não muito longe dos imensos portões da muralha de pedra, um esquadrão de infantaria terminava de ajustar os últimos detalhes de um jipe militar utilitário antigo — um veículo desgastado, coberto de ferrugem e remendos de solda que, sabe-se lá como, ainda mantinha o motor roncando de forma funcional.
Soldados de apoio saiam de dentro do armazem carregando pesadas caixas de madeira repletas de rações desidratadas, munição e galões de água, acomodando-as na caçamba dos jipe de suprimentos. Logo atrás, um segundo veículo blindado de transporte recebia os membros da força-tarefa principal.
— Vamos logo com isso, pessoal, temos que partir o quanto antes — disse Katerina, olhando para os soldados que estavam organizando os suprimentos nos jipes.
Logo em seguida, Enrique apareceu com um rosto que o fazia parecer estar vivenciando cada momento do que aconteceu no ataque dos monstros recentemente. Seu rosto parecia cansado como se ele não tivesse dormido direito.
— Soldado Enrique, então a Comandante Lara designou você para nos acompanhar nessa expedição? — perguntou Katerina, olhando para Enrique de braços cruzados. — Eu pensei que quem iria acabar vindo conosco fosse a Ana, ou talvez o Lucius, já que eles são seus veteranos.
— Hum… eu realmente não queria vir, mas… — disse Enrique, projetando imagens de Lara em sua mente enquanto ela dizia a ele: “De todos os soldados de elite que nós temos, você, Enrique, é um dos mais fortes mas mesmo voce tendo otimas habilidades físicas, sua falta de experiência em combate quase fez você morrer noite passada. Por isso, estou te designando temporariamente para servir sob o comando da Comandante Katerina na expedição. E se você não for de ajuda, ou se não aprender nada nessa expedição, não terei escolhas além de treiná-lo pessoalmente como antigamente.”
— Hum… Inferno… Eu realmente não quero ter que treinar com a Comandante Lara de novo, não. Quando eu treinei junto com ela, ela quase sempre me deixou à beira da morte e sempre dizia que eu não precisava me preocupar, pois minha regeneração iria me curar antes que eu percebesse... mas sempre doía pra caramba — resmungou Enrique com as mãos na cabeça, relembrando seu treinamento com Lara.
— Hum… — disse Katerina, olhando para Enrique enquanto pensava: “Ele tem medo da comandante Lara. É muito bom saber disso, assim consigo forçá-lo a fazer as coisas sem precisar discutir com ele.”
— Comandante Katerina, nós já preparamos os suprimentos e já estamos prontos para partir — disse um soldado, fazendo uma saudação à Comandante Katerina.
— Ótimo, agora só falta aqueles três chegarem. Ainda não entendo por que a comandante Lara deixou três civis virem conosco para uma missão tão perigosa como essa — disse Katerina, olhando para os lados como se procurasse alguma coisa.
Após cinco minutos com os jipes já prontos para partir, Maria, Carlos e Arthur chegaram. E Arthur andou em direção à Comandante Katerina, que os observava friamente.
— Comandante Katerina, nos desculpe a demora, é que…
Arthur foi interrompido por Katerina, que fez um gesto com a mão sinalizando para ele se calar.
— Vocês três já nos fizeram perder tempo demais. Chega de explicações e vamos começar logo essa expedição. Quero voltar o quanto antes, detesto sair em missões, onde eu vou precisar agir como babá de algum, onde nesse caso esse alguem a quem me refiro são vocês três que são apenas civis sem poder algum para se defenderem dos monstros. Sinceramente, não sei que merda passa na cabeça de vocês para quererem ir numa missão perigosa dessas, ou melhor dizendo, que merda se passa na cabeça da comandante Lara por estar mandando civis para uma missão militar onde ate quem tem poderes ja da sorte se conseguir voltar com vida. Agora chega disso, todos a bordo dos veículos, nós já vamos partir.
Então todos subiram a bordo dos veículos. Katerina e Enrique subiram a bordo do veículo da frente, enquanto Maria, Carlos e Arthur subiram a bordo do jipe de trás.
Com o bater pesado das portas de ferro dos veículos, os motores rugiram forte. A expedição finalmente cruzou os imensos portões da muralha de pedra, partindo em velocidade constante em direção à silhueta cinzenta e mortal da cidade em ruínas.
Fim do Capítulo 6