Silenciosamente, o olhar de Kael sondou os três que estavam inconformados e depois fitou Xiu Ying, que, por algum motivo, estava com o rosto levemente vermelho e olhava de relance para ele.
“Acho que ela está com insolação”, deduziu, enquanto continuava a percorrer os olhos sobre todos.
Parou seu olhar momentaneamente na bela loira de olhos azuis: Bai Suxian. Por algum motivo, ela apertava as bordas de sua roupa contra o seu corpo de alma, meio transparente.
“Não acho que ela esteja apertada para ir ao banheiro, afinal, ela é uma alma... Ou será que é diferente quando se trata de uma alma divina? Bem, não importa.”
Apreciou internamente a bela visão.
“Ela é um colírio para os olhos, mesmo sendo mais complicada de lidar que Xiu Ying. Futuramente, tenho que trabalhar melhor na minha atuação para ela não descobrir que não sou, de fato, esse tal Kamiel... Claro, isso se essa bela raposa realmente não estiver jogando esse jogo também.”
Por último, Kael encarou brevemente seu dragão, que sorria de uma maneira estranha enquanto escrevia algo em um minúsculo pergaminho.
“Você tem ficado muito preguiçoso, Feng Li... Quando te encontrei, parecia estar em reclusão no fundo daquele oceano, mas agora... parece ser tão vagabundo e desocupado, esperando ser alimentado por mim. Onde foi que eu errei em te criar?”
Após terminar sua pesada e dramaticamente pausada encenação, friamente calculada, sua voz cortou o silêncio:
— Então, o que vocês, pequenos da seita, escolhem?
Sua voz tornou-se mais estrondosa, porém lenta, como se quisesse abalar suas almas.
— Serem subordinados deste Soberano que vos fala agora e, um dia, governar este mundo? Ou preferem esperar aí, até serem esmagados por outros ou até mesmo por uma seita que eu acabe escolhendo no Continente Demoníaco?
Kael deixou escapar mais uma risada que abalou os céus.
— Afinal, sou um homem que não tem preconceito contra raças. Apenas não gosto de coisas muito feias, porém tolero até certo ponto!
Parou brevemente antes de completar:
— Mas deixo claro para vocês que sua Mestra da Seita já me pertence e que a levarei comigo, estejam vocês de acordo ou não... Claro, desde que ela mesma não se oponha à ideia.
Ouvindo essa última parte, o rosto de Xiu Ying tornou-se ainda mais rosado, e Cang Lan ria no canto dos lábios enquanto a observava.
Já Bai Suxian parecia bastante incomodada e encarou brevemente a Mestra da Seita com um olhar frio.
Todavia, Kael alcançou o resultado que desejava. Joelhos se dobraram ao fim de suas palavras. Jin Mei, Zen Yue e Jiang Tian caíram prostrados, fazendo seus dedos atravessarem os azulejos com a força de seus apertos contra o chão.
Mas não terminou com eles. Era como se tivessem empurrado várias peças de dominó antes de derrubá-las em sequência.
Um após o outro.
Milhares e, logo depois, mais de vinte milhares de pares de joelhos se dobraram silenciosamente. Apenas o baque abafado ao se chocarem contra o chão ressoava pelo local.
Kael sorriu, sentindo que tinha se saído muito bem em seu primeiro discurso para esse empreendimento rebelde. Ainda que se sentisse um pouco decepcionado por não ter motivos para visitar aquelas belezas do Continente Demoníaco por agora.
“Bem... ainda terei muitas oportunidades no futuro. Agora que dei uma leve olhada naquelas lindas potências subordinadas, talvez no futuro deva trabalhar para tirar o preconceito desnecessário e tê-las por perto.”
Agora, encarando todas aquelas cabeças prostradas rente ao chão, sentiu um leve sentimento de realização.
“Será que os monarcas se sentiam assim no passado? Isso não é ruim. Hehe, meus pequenos... Vocês devem gravar em seus corações que a vida não é fácil e funciona de forma bem diferente. Apenas quem se arrisca vive o extraordinário; quem é medroso termina sendo medíocre.”
Xiu Ying engoliu em seco, admirada com o que via. Não era algo inesperado, mas tinha ido um pouco além do que imaginava de alguém tão poderoso quanto seu Senhor.
“Ele realmente derrubou todos apenas com a dura realidade que se recusavam a enxergar? Não usou técnicas nem algum grande movimento divino, apenas verdades que todos negavam...”
Ela mordeu os lábios com um pouco de frustração. Em todos aqueles anos, nunca havia alcançado tamanho prestígio a ponto de ser reverenciada daquela maneira. Querendo ou não, isso a fazia sentir uma leve amargura por dentro. Todavia, logo sorriu ao se lembrar de algo que ele havia dito.
“Eu realmente sou algo tão estimável aos seus olhos para você dizer que me levaria com você? Será que está tudo bem em eu acreditar nisso...?”
Tirando-a de seus pensamentos, o som de inúmeras vozes se sobrepôs em resposta à pergunta do Soberano.
— Nós estávamos cegos! — gritaram. — Pedimos que ainda nos escolha e nos faça viver os seus planos!
As vozes deles seguiam a liderança do Terceiro Ancião Jiang Tian, que, com uma expressão assustada ao imaginar o terrível futuro caso deixassem aquela oportunidade escapar, decidiu simplesmente aceitar a realidade.
— Hmp!
Kael bufou secamente.
— Antes, não exigiria muito, afinal, vocês não têm nem para vocês mesmos. Mas agora deixarei uma regra. De agora em diante, tirando minha pequena Ying e sua amiga, que não me questionaram, todos vocês deverão pagar um tributo a este Soberano!
Encarou-os com os olhos estreitos.
— Não quero que pensem demais. Eu sei o que passa nos corações de vocês, mas, uma vez por mês, deverão me oferecer algo que suas almas acreditem ser um tesouro, pois sou um ávido colecionador das pequenas coisas mortais.
— Ainda que todos ao seu redor digam: “Isso é um lixo”, se vocês acreditarem fielmente que é um tesouro, este Magnânimo o aceitará de todos vocês, do menor ao maior! Mas não tentem brincar comigo, ou poderei ficar um pouco irritado.
Fez uma breve pausa.
— Essa punição sobre vocês continuará até que eu diga: “Basta!” Agora sairei por algum tempo e, quando retornar, espero não me arrepender de ter lhes dado essa chance!
Finalizando suas palavras, puxou a cabeça de volta para fora do mundo em miniatura.
“Ufa! Meio que me deu um torcicolo ficar tanto tempo com o pescoço inclinado de forma tão desconfortável.”
Refletiu enquanto se levantava e descia o restante das escadas para pegar um pouco de água e uma bolsa de gelo para fazer uma compressa em seu pescoço dolorido.
Após beber alguns goles de água, sorriu de orelha a orelha.
— Mas foi uma boa jogada. Eu estava sem saber como pedir os tesouros deles, mas, se for uma punição, é plausível.
Murmurou consigo mesmo.
— Não sei bem definir o que é um tesouro ou não, já que ainda nem comecei a cultivar. Então, deixar que pensem profundamente sobre o que consideram valioso antes de me entregarem é uma boa estratégia a longo prazo.
Riu baixinho.
— Depois, se eu não quiser mais nada, posso simplesmente agir como se os tivesse perdoado. Assim, ainda saio como uma boa figura, mantendo meu prestígio de Soberano até o fim.
Após se preparar para terminar seus negócios com a Seita Dao Infinito, olhou a hora e seu estômago protestou.
— Porra... como o tempo voa quando se está ocupado. Já é meio-dia. Vou almoçar e depois continuo.
Kael voltou a olhar sua geladeira e fez uma carranca ao notar que estava vazia. Ele esteve tão absorto com as novas coisas que esqueceu de fazer compras.
Voltando rapidamente para o segundo andar, mudou momentaneamente uma das três imagens que se projetavam do mundo em miniatura.
Com a mente, pensou em uma carne assada e bem passada, e inúmeros pequenos quadros de carnes suculentas surgiram na imagem. Algumas estavam sobre grandes mesas; outras, em churrasqueiras improvisadas com madeira.
Tinha muita carne entre os ricos, outras poucas entre os pobres. Kael refletiu por algum tempo. Seria feio roubar na cara dura a comida dos outros. Se seus pais estivessem vivos, com certeza o repreenderiam por fazer tal coisa.
Não querendo ser assombrado pelo olhar de decepção deles, decidiu seguir um caminho mais justo. Eliminando vários pequenos quadrados que se projetavam em uma das três imagens, deixou apenas a que mostrava uma linda senhora assando uma carne ao ar livre e a expandiu.
Claramente, suas intenções eram completamente puras para com ela. Por um breve momento, a observou, e um pouco de saliva escorreu entre os lábios.
“Parecem muito boas a carne e a senhora.”
Balançou a cabeça, deixando esses pensamentos intrusivos de lado.
Deixando aquela tela aberta, desceu novamente as escadas e pegou um pouco de arroz cozido.
“Bem, esse arroz deve se tornar extraordinário naquele mundo, certo? Será uma troca onde parecerei sair em perda. Acredito que essa bela senhora não recusará essa oportunidade de me passar a perna.”
Com um pensamento, ajustou as configurações da caixa para sua voz ser ouvida apenas por aquela mulher que assava a carne ao ar livre.
— Bom dia, minha pequena e bela senhora... Será que você aceitaria trocar esse seu pedaço de carne por arroz espiritual do Reino Divino?
Kael tentou fazer sua voz soar o mais suave possível, apesar de ainda possuir o alto barulho das cachoeiras ao fundo.
— Kyaa!
A mulher gritou, caindo sentada no chão enquanto olhava de volta, apavorada.
— Não se assuste, madame. Sou um cavaleiro e até seria um ótimo pai para seus filhos se não fossem minhas circunstâncias... Mas te vi daqui de cima, em meu tédio, e senti o cheiro de seu assado e, claro, seu belo aroma de flor do campo. Então, quis abençoar sua linhagem. O que acha?
A camponesa Sui Lian procurava incansavelmente a origem daquela voz insondável, mas, lembrando-se de algumas das palavras da outra parte, encarou o céu acima. No entanto, estava vazio, a não ser pelas nuvens que passavam ocasionalmente.
“Eu não devo estar ficando louca, certo?”, pensou ela, sem entender.
Kael se divertiu com sua reação exagerada, como se tivesse sido alvejada por um fantasma.
— Hum... de fato, você é muito bonita. Será que está solteira?
Ouvindo a voz novamente, Sui Lian pareceu entender algo e logo se prostrou, com a face rente ao chão.
— Grande Imortal... — Ela engoliu em seco. — Esta humilde... Sui Lian o cumprimenta!
Por um momento, ela ficou pensando em como responder ao que lhe foi perguntado, mas, mordendo levemente os lábios de nervosismo, decidiu ser sincera.
— Esta pequena e humilde... teve sua inocência roubada quando mais jovem por um nobre do Império Violet. Por conta da vergonha... fugi após ser desprezada pelos demais aldeões e tratada como amaldiçoada...
Sua voz parou brevemente, mas respirou fundo e continuou:
— Eu engravidei... mas ele me fez abortar... todavia, os céus tiveram misericórdia e consegui fugir e me refugiar nesse lugar.
Havia uma tristeza profunda em seu olhar ao finalizar suas palavras. Kael, que antes tinha um sutil sorriso no rosto, estreitou o cenho.
— Tal maldade aconteceu à minha pequena Sui Lian... Me pergunto o que este Soberano deveria fazer a respeito?
A garota encarou o céu lentamente, desconfiando do que ouvia.
“Por que esse Imortal está se importando comigo? Eu não tenho nada de valioso...”
Kael notou a desconfiança em seu olhar.
— Não sou um Imortal, mas sim alguém que olha por cima de todo este pequeno mundo, e seu cheiro delicioso... ou melhor, o da carne que você está assando me trouxe memórias de centenas de milhões de anos atrás, quando eu era um simples mortal que amava carne assada.
Fez uma breve pausa.
— Que tal isso? Te darei arroz espiritual, que te beneficiará muito, e ainda vingarei você de quem te fez tamanha maldade, retomando sua honra de donzela. O que acha?
Sui Lian tremeu. Lágrimas escorreram de seus olhos, perplexa.
— Isso... é verdade mesmo...? — Sua voz falhou levemente. — Você vai ser tão bom para mim apenas por esse pedaço de carne?
Um brilho tomou seu olhar, como se tivesse recobrado a esperança que havia perdido há muito tempo. Logo, ela se pôs de pé, enxugando as lágrimas.
Não entendia a magnitude de quem falava com ela. E, sinceramente, não sabia a diferença entre os cultivadores; para ela, todos eram imortais que haviam abandonado os prazeres do mundo.
A única coisa que entendeu é que aquela pessoa queria ajudá-la e talvez usasse a carne como desculpa. Ninguém nunca quis ajudá-la antes, e esse gesto a tocou profundamente. Até sua família, por medo da repreensão da nobreza, virou as costas para ela. Aquelas palavras que vinham dos céus significavam bem mais do que ela própria podia estimar.
— Mas... — ela murmurou. — O que farei depois que você me vingar? Não tenho ninguém e fui forçada a viver afastada da minha aldeia, pois todos têm medo de se envolver comigo...
Kael estava quase chorando ao ouvir aquela triste história.
“Realmente, não devo subestimar os clichês melodramáticos, ainda mais quando a personagem é uma senhora tão enxuta e bonita... Isso bate forte contra meu pobre coração.”
Ele pensou por um momento sobre o que deveria responder. Sua intenção inicial era apenas conseguir um almoço fácil, já que tudo o que ele retirava daquele pequeno mundo crescia até as proporções naturais de seu próprio mundo ao ser retirado de lá.
Um pensamento meio perigoso passou por sua mente. A mulher não era uma cultivadora e também parecia bem simples para ele se preocupar muito com perigos ocultos.
— Certo... este Soberano vai te dar uma escolha. Que tal ser minha depois de ter sua vingança alcançada? Não vou forçá-la. Se não quiser, mantemos o trato anterior.
Claramente, Kael não tinha muitas expectativas; estava apenas atirando palavras aleatórias para descontrair. Todavia, para Sui Lian, não eram simples palavras.
Ela baixou a cabeça e refletiu profundamente. Sinceramente, seu futuro provavelmente seria morrer naquele canto isolado do mundo, completamente sozinha, ser devorada por bestas ou, pior ainda, tornar-se escrava sexual de bandidos.
Um cultivador queria levá-la embora... Isso não seria uma oportunidade divina de mudar seu destino? O que realmente teria a perder?
Com isso em mente, respondeu sem rodeios, mas com bastante timidez:
— Eu, Sui Lian, estou disposta a assumir esse acordo com o Senhor Soberano... Se você se vingar e recobrar minha honra, eu... serei sua...
Kael quase caiu para trás ao escutá-la aceitar tão facilmente as besteiras que ele cuspia.
“Porra... eu e minha boca grande! Nem lidei com a Seita por completo e já estou procurando problema em outros lugares... Mas acho que talvez ela pudesse ser uma boa empregada pessoal futuramente. Essas curvas maduras são de alto nível e esses seios saltitantes.”
Ele suspirou diante de seus próprios pensamentos.
“Bem, não adianta chorar pelo leite derramado. Vamos ver no que isso vai dar no final.”
— Certo, minha Sui Lian, você pertencerá a este Grande.
Cessando suas palavras, estendeu a mão para a imagem projetada à sua frente e desceu até a garota uma tampa de remédio com alguns grãos de arroz cozido.
Sui Lian ficou em choque ao ver aquela gigantesca mão descer até ela.
“Será que eu estava conversando com um deus esse tempo todo?”
Uma enorme bacia transparente, com três gigantescos grãos brancos, foi colocada a poucos metros dela. Sentindo aquele cheiro, e mesmo sem cultivar, notou um vórtice carregado de energia surgindo em volta daqueles grãos estranhamente suculentos e desejáveis aos olhos.
Kael percebeu que ela não conseguiria pegar nenhum dos grãos, pois tanto a tampa quanto eles eram grandes demais para ela. Então, arrancou uma pequena ponta de um deles e a desceu até a grama à sua frente.
— Vamos, coma um pouco. Acredito que vai gostar — disse ele casualmente.
“Realmente, está tudo bem eu comer tamanho tesouro em troca de um simples pedaço de carne?”
Sui Lian se sentiu pressionada, mas, apesar de pensar isso, suas mãos já haviam se movido e apertado aquela pegajosa, porém macia, massa branca. Logo, sua boca se moveu, mordiscando um pedaço sem que ela mesma notasse.
Seus olhos brilharam com o sabor inexplicável e, sem se controlar, continuou comendo sem pausa. Não demorou para um terço daquele grande pedaço desaparecer e ela parar sua investida, sentindo-se cheia.
De repente, uma torrente de energia rompeu dentro dela, fazendo o gramado a seu entorno dobrar com a onda energética. Era o Ki Verdadeiro limpando as impurezas de seu corpo e a empurrando forçadamente para o caminho do cultivo.
De uma mulher antes comum, o Ki Verdadeiro se acumulou em seu interior e se expandiu, fazendo-a passar por uma metamorfose. Seus ossos foram um pouco fortalecidos, seu dantian pulsava em um azul cheio de vida, sua pele tornava-se mais firme e sua aparência rejuvenesceu vários anos.
Ela deu um salto do primeiro nível do Refino de Ki, o início do cultivo, até o sétimo nível. Com apenas mais três níveis, alcançaria o próximo Reino, Estabelecimento de Fundação.
Porém, como Sui Lian não possuía técnicas de cultivo para guiar toda aquela energia acumulada, mais de trinta por cento do Ki Verdadeiro que ingeriu ao comer parte do arroz se dispersou, interrompendo seu avanço e impedindo-a de alcançar o limite daquele Reino de Cultivo.
— Isso é...
Engolindo em seco, completamente trêmula, ela se afastou em passos lentos daquele apetitoso pedaço de grão. Sentia uma forte energia percorrendo seu antes frágil corpo e fortalecendo cada parte dele. Era como se tivesse renascido.
Sui Lian encarou suas mãos, que antes eram ásperas e cheias de calos pelo seu duro trabalho para sobreviver naquele lugar, e tocou sua palma levemente, apenas para sentir uma suavidade e delicadeza há muito tempo perdidas.
Sem dizer mais nenhuma palavra, correu para sua pequena cabana, deixando Kael completamente perdido sobre o que acabara de assistir.
“Ela só deu algumas poucas e modestas mordidinhas no pedaço do grão de arroz... Por que tem que ser tão exagerado?”
A garota, que antes tinha a aparência de uma linda senhora em seus trinta e poucos anos, rejuvenesceu instantaneamente uns dez anos, deixando-o maravilhado.
“Bem... ainda bem que o arroz não tem tal efeito em meu mundo, ou acredito que custaria alguns milhões de reais por apenas alguns grãos.”
Recolhendo sua mão de volta, ele coçou a cabeça, sentindo-se perdido. Parecia que ainda tinha muito o que aprender sobre aquele mundo antes de ficar jogando coisas da Terra para lá, por mais simples que fossem.
“Bom... pelo menos essa Sui Lian ficou mais bonita e claramente não perdeu suas curvas de mulher madura, ou seria uma grande perda para mim... Vamos aguardar ela voltar e me dar meu pedaço de carne. Estou cagado de fome.”