No fim da tarde, já voltando para casa com a cesta cheia, sentiu algo diferente. O vento mudou. A floresta estava quieta. Quieto demais.
Leonardo parou.
Sentiu aquele arrepio que só sentia quando alguma coisa estava errada.
Sem pensar muito, disparou correndo para casa.
E ele corria como ninguém.
Porque alguma coisa estava errada — e ele sabia disso.
Em menos de 2 minutos ele já estava na metade do caminho. Mas ele achava que não iria chegar a tempo.
Leonardo: - Não vou ser rápido o suficiente assim...
Leonardo: - Já que é assim, vamos voando!
Ele usou sua magia de vento para pairar no ar, conseguindo então flutuar.
Logo em seguida, ativou magia de fogo nos pés.
Porém estava tão rápido que teve que subir mais alto — senão, destruiria a floresta no rastro.
Leonardo: - Na velocidade que estou, vou acabar destruindo a floresta...
Leonardo: - Só deixa eu fazer uma bolha em mim mesmo para que eu não sufoque quando for para maiores altitudes... Quase aconteceu isso uma vez quando tentei fazer isto.
Então criou uma bolha ao redor dele, ela tinha bastante ar para ele respirar.
Ele chegou em menos de um minuto, demorou 2 minutos para ele chegar na casa dele.
Leonardo: - Nossa, demorei muito... 2 minutos, tenho que treinar mais...
Ele disse isso, mal sabendo que normalmente levaria pelo menos meia hora.
Quase que Leonardo não chega, já que uma curva errada e já tinha passado do destino. Ele brincava – Ah eu vou fazer a curva ali... Vixi, já passou do ponto. – Se não for atento dá nisso".
Quando chegou, percebeu que nada aconteceu na casa, mas tinha um homem esquisito esperando o Leonardo. O homem estava de capuz, então não dava para ver ele direito. Ele estava em uma postura meio torta, parecendo um idoso, e com um cetro.
Leonardo – Para que será que serve este cetro que ele trouxe? – Parece tão rústico...
Ele desacelerou para não descer muito rápido (E destruir boa parte de sua fazenda), assim conseguiu fazer um pouso suave. Mesmo assim, as folhas e poeira ao redor ainda se afastaram dele, e o chão (feito de terra) ficou queimado pelo fogo dos pés dele.
Chegando em casa, abriu a porta de trás da casa dele e em seguida foi atender ele.
Leonardo: - Olá, seja bem-vindo!
O senhor de capuz: - Oh... Obrigado.
O senhor de capuz: - Posso entrar"?
Leonardo: - Sim, por favor.
O homem entra na casa de Leonardo, ele se impressiona em como a casa é simples, mas prática.
O senhor de capuz - Foi você que fez isto tudo?
Leonardo respondeu - Sim, alguma dificuldade nisso?
O senhor ficou incrédulo. Ele nunca imaginou que algo assim seja possível.
O senhor de capuz – Espera aí... Como você fez tudo isso?
Leonardo respondeu – Ué, eu só usei magia... É tão difícil assim?
De novo, o senhor ficou incrédulo. Ele então finalmente se apresentou.
- Vou me apresentar sou Fernando, o mago da corte do Reino de Velgard – Vim aqui para te convidar a ser um mago a serviço da corte. Você tem capacidades além do normal e anormal.
Leonardo percebeu finalmente o porquê de estar tão estranho assim. Ele nunca viu uma pessoa com tanta mana. O problema era que... Em suas próprias palavras, ele parecia – "uma peneira de mana", isto porque, na visão dele, se alguém assim fosse para uma batalha, seria que nem gritar a posição da pessoa, de tanta mana que ele exala... Porém, não sabia como dizer isto para ele, já que dependendo como dizer, ele poderá ser caçado pelo Reino, e sua paz iria acabar.
Então ele decidiu não tocar no assunto, ao invés disso quis falar deste cetro que o estava incomodando.
Leonardo – Senhor Fernando
Fernando o interrompeu – Não precisa de formalidades aqui. – Não estamos no palácio.
Leonardo continuou – Tá, Fernando... Por que uma pessoa como você tem um cetro tão rústico assim?
Fernando, incomodado, disse – Este não é um cetro rústico! – É um cajado sagrado dado somente para os magos mais importantes do reino!
Leonardo, surpreso, já que achava que aquele "cetro" Era um pedaço de madeira que uma criança usa para lançar feitiços, disse – Sério?
Vendo da desconfiança dele, disse – Quer tentar usar ele então?
Leonardo não podia dizer não, mas também achou ridícula uma pessoa dessa magnitude ficar com algo assim, então ele fez uma sugestão para Fernando:
- Fernando, eu aceito este ce-, quer dizer, cajado. Porém, posso lhe fazer um novo?
Fernando aceitou a sugestão com prazer – Pode ser, mas antes gostaria que batalhasse com ele. Ele queria saber se ele realmente era tão forte como diziam, já que ele não iria vir aqui à toa.