THE DAY I REINCARNATED AS A BALL OF DUST 1 CAPITULO 1 VOLUME:O DIA EM QUE REECARNEI COMO UMA BOLA DE POEIRA E DEPOIS VIREI DE PELOS As ruas de Qytet Dëbore costumavam ser calmas, combinando perfeitamente com o ritmo de Pluhur. Com seus 1,60 m de altura, cabelos pretos longos que emolduravam um rosto sereno e olhos de íris completamente negras, ele caminhava tranquilamente vestindo seu casaco marrom favorito. Pluhur era conhecido por todos como um cara extremamente gente boa, daqueles que não desejavam o mal a ninguém, sempre com um sorriso leve no rosto e uma paciência de monge.
— Bom dia, Seu Arthur! O café hoje tá com um aroma incrível, hein? — Pluhur acenou para o dono da padaria da esquina, que apenas respondeu com um joinha sorridente.
Pluhur continuou seu caminho, ajeitando a gola do casaco marrom. Um sorriso bobo e genuíno surgiu em seus lábios enquanto ele olhava para o céu limpo. Seus pensamentos voavam longe, cheios de uma expectativa que ele mal conseguia conter.
“Cara, eu sou muito sortudo. Tipo, nível bilhete premiado”, pensou ele, rindo sozinho. “Depois de tantos anos na seca, sem nenhuma namorada, sendo o cara que só segura vela nos rolês... eu finalmente consegui! Hoje eu vou para o meu primeiro encontro oficial! A Hana é super legal, o cinema tá reservado, nada pode dar er—”
O pensamento foi cortado por um estrondo violento que fez o chão tremer. Pluhur piscou, olhando para a frente. O sorriso sumiu instantaneamente. Uma escavadeira amarela, completamente desgovernada e soltando fumaça preta pelo motor, vinha destruindo o asfalto em sua direção a uns 80 km/h. Não dava tempo de correr. Não dava tempo de saltar. O mundo pareceu desacelerar.
“Não... Não, não, não! Não é possível!” O pânico total assumiu o controle de sua mente no milésimo de segundo final. “Uma escavadeira?! No meio do centro urbano?! E o mais importante... não é possível que eu vou morrer virgem?!”
O impacto foi instantâneo, mas a dor esperada nunca veio. Em vez disso, uma luz branca e ofuscante cobriu toda a sua visão, engolindo o cenário de Qytet Dëbore.
Quando abriu os olhos, Pluhur percebeu que estava flutuando em um vazio infinito, sem chão ou teto. Diante dele, não havia nenhuma forma física, mas uma presença reconfortante e divina se fez notar através de uma voz que ecoou por todo o espaço. Era Voice, uma deusa sem corpo corpóreo, cujo tom de fala era incrivelmente calmo, acolhedor e educado, quase como uma atendente de hotel cinco estrelas.
— Eu lamento profundamente... — disse Voice, sua voz ressoando com uma simpatia genuína que ecoava no peito de Pluhur. — É realmente uma lástima que uma pobre e boa alma como você, Pluhur, tenha conhecido seu fim de forma tão súbita e trágica. E, acima de tudo... morrendo virgem. É uma dor que corta o meu coração divino.
Pluhur soltou um suspiro pesado, cruzando os braços espirituais com os ombros totalmente caídos.
— Olha, deusa... obrigado pela simpatia — desabafou ele, com uma honestidade dolorosa. — Mas, sinceramente? O meu maior arrependimento nessa vida inteira foi exatamente esse. Morrer virgem. Eu estava a duas horas de quebrar essa maldição! Duas horas!
— Compreendo perfeitamente a sua frustração — respondeu Voice, mantendo a polidez e a elegância. — Para compensar essa terrível e irônica injustiça do destino, eu posso conceder a você o que você mais desejar para a sua próxima jornada de reencarnação. O que escolhe, jovem alma?
Pluhur coçou a nuca, pensando na dor de cabeça que deve ser a vida de heróis de isekai que ele lia nos mangás. Ele só queria paz.
— Sabe de uma coisa? Eu não quero salvar o mundo, nem ter poderes destrutivos. Eu apenas quero reencarnar em algo que me dê uma vida simples. E... bem, que tenha alguém que possa me fazer companhia. Não quero ficar sozinho de novo. Só isso já está ótimo.
— Muito bem. Seu desejo é belo e compreensível. Que assim seja — respondeu Voice.
De repente, outra luz intensa cegou Pluhur. O vazio desapareceu. Quando ele recuperou os sentidos, a perspectiva era bizarra. O teto estava a quilômetros de distância, feito de pedra bruta. Formigas do tamanho de cachorros passavam ao longe. Ele tentou olhar para as próprias mãos, para o cabelo longo ou para o casaco marrom, mas não encontrou nada. Ele era uma bolinha cinza, felpuda, leve e cheia de fiapos de algodão.
“Mas que porcaria é essa?! Espera aí... por que eu sou uma bolinha de poeira?!” Pluhur esbravejou mentalmente, rolando desesperadamente dois centímetros para o lado. “Eu virei um bicho de estimação? Um monstro?”
Na mesma hora, a voz calma e educada da deusa ecoou diretamente em sua mente, respondendo com a maior naturalidade do mundo.
— Eu apenas segui exatamente as diretrizes do seu pedido, Pluhur. Você me pediu uma vida simples, correto? Pois bem, não existe absolutamente nenhuma vida mais simples neste ou em qualquer outro universo do que a de uma bolinha de poeira. Sua única função existencial é acumular no canto, flutuar com a brisa e, eventualmente, ser varrida para fora por alguém. Sem impostos, sem responsabilidades, sem escavadeiras. É o ápice da simplicidade.
Pluhur sentiu que, se tivesse uma testa física ali, ele teria batido nela com toda a força do mundo.
“Que droga de lerdeza a minha! Eu esqueci de colocar a palavra 'confortável' ou 'humano' no meio do pedido!” Ele lamentou internamente, quase chorando lágrimas de poeira. Mas aí, um detalhe chamou sua atenção. — Espera um segundo, Voice... por que você ainda está falando na minha mente? Você não devia ter sumido depois de me reencarnar?
— Você também especificou que queria 'alguém para fazer companhia' — explicou Voice, soando orgulhosa de sua própria eficiência. — Como eu sou uma deusa benevolente, decidi que eu mesma assumiria esse papel. Sendo assim, eu serei a sua companhia eterna nesta jornada, residindo na sua consciência. Não é maravilhoso?
“Ah, não... não, não, não! Eu deveria ter dito que queria uma PESSOA para me fazer companhia! Uma garota, um amigo, qualquer coisa de carne e osso!” Pluhur entrou em espiral de frustração, percebendo que sua falta de especificidade tinha arruinado completamente suas chances de romance pela segunda vez. Ele soltou um suspiro mental profundo e tentou aceitar a realidade. — Certo... já que o estrago está feito, vamos aos negócios. Voice, quais são as minhas habilidades de combate como uma bola de poeira? Eu tenho algum ataque de vento, camuflagem, alguma coisa?
— Nenhuma — respondeu a deusa imediatamente, sem hesitar por um segundo. — Além de mim, que atuo como a sua habilidade única [Voice], você não possui nenhum outro atributo, poder biológico, força física ou defesa. Seu HP atual é exatamente 1. Se um vento forte te empurrar contra uma rocha pontuda, você corre o risco de desintegrar.
“Incrível. Uma obra-prima de sobrevivência. Eu vou morrer facinho nessa espelunca de caverna”, pensou o protagonista, o desespero batendo à porta. — Tá, mantém a calma, Pluhur... pensa. Voice, me explica uma coisa: como funciona o sistema de poder desse mundo? Como as pessoas ficam fortes aqui se eu precisar de ajuda?
— O sistema de poder deste mundo é totalmente baseado e estruturado em Contratos — explicou a deusa, assumindo um tom didático e focado. — Para manipular a energia do mundo, você precisa impor uma condição. Ao fazer com que outra entidade aceite essa condição, ambas as partes se tornam usuárias de Mana Contratual. Por exemplo: se você faz um contrato para um mago lhe emprestar metade da Mana dele, a condição do contrato pode estabelecer que, quando você for devolver essa energia dentro do prazo limite, terá que pagar o dobro da Mana cobrada como juros. É um sistema de mercado de energia.
Pluhur ouvia atentamente, sua mente de ex-humano começando a processar a lógica burocrática e estratégica daquele mundo.
— E o que acontece se alguém quebrar as regras? — perguntou ele.
— Bem, existem os chamados 'Endividados' — continuou Voice. — Quando você falha em cumprir ou pagar a condição estabelecida no prazo do contrato, as consequências são severas. Você é permanentemente banido de selar contratos com outros seres para sempre. Em troca, para não morrer pelo fluxo de energia quebrado, você é forçado a selar um contrato consigo mesmo que funciona como uma maldição eterna, mas que te dá um benefício compensatório único. Isso é o que chamamos de 'Mana Demitida'. Além disso, vale ressaltar que todo usuário vivo tem um limite estrito: é permitido ter apenas 3 contratos ativos simultaneamente.
— Entendi perfeitamente... é um mundo de burocratas e agiotas mágicos — murmurou Pluhur, uma ideia bizarra começando a germinar em sua mente felpuda. — Mas me diz uma coisa, Voice... o fato de eu ter pedido para você uma vida simples e companhia... isso já está gastando um dos meus 3 espaços de contrato?
— Não, de forma alguma — esclareceu ela, tranquilizando-o. — Quando você fez o pedido, você não estava vivo no plano material. Você era uma alma no limbo, portanto, essa transação não consumiu seus espaços de contrato atuais. Você ainda tem 3 espaços totalmente vazios e disponíveis.
Um estalo de pura genialidade brilhou na mente do pequeno Pluhur. Um sorriso mental se formou.
“Espera... se eu sou a coisa mais fraca e insignificante desse mundo, mas o sistema inteiro funciona à base de contratos, lábia e inteligência... então eu não preciso dar socos. Só preciso achar a criatura mais absurdamente forte desse lugar e fazer um contrato vantajoso com ela!”
Ele deu uma leve rolada para o lado, ajeitando seu corpinho de fiapo no chão úmido e escuro da caverna.
— Voice, use sua capacidade de análise agora. Procure a criatura mais forte e perigosa dentro dessa espelunca de caverna e me dê os dados.
A habilidade processou as informações do ambiente em menos de um milésimo de segundo, despejando os dados flutuantes diretamente na mente de Pluhur com precisão cirúrgica.
— Análise concluída, Mestre. A criatura mais forte deste ecossistema é a Grande Loba da Espada Rojtar. Seus status são alarmantes: Resistência nível 3 estrelas, Força nível 3 estrelas, e uma quantidade de Mana ativa capaz de cobrir uma floresta inteira se liberada de uma vez. Além disso, ela porta uma arma de classificação Tipo 5, uma classe de Espada Especial lendária conhecida como The Sword of the Great Lord. Ela está atualmente em estado de repouso no núcleo da caverna.
Pluhur não sentiu medo. Sendo uma bola de poeira, ele mal tinha hormônios para sentir pânico biológico, o que ironicamente o deixava incrivelmente frio e focado.
“Perfeito. É ela. Se eu conseguir fechar um negócio com essa loba, eu tô feito para o resto da vida.”
No exato milésimo de segundo em que Pluhur formulou essa estratégia em seus pensamentos, a atmosfera da caverna mudou drasticamente. O ar ficou pesado, denso e um frio congelante começou a subir pelas pedras.
Pluhur olhou ao redor — ou melhor, sentiu o ambiente — e percebeu que as partículas de Mana que antes flutuavam calmas no ar começaram a se agitar e a se mover violentamente, convergindo como um redemoinho em uma direção específica da escuridão profunda à sua frente. O som de garras pesadas estalando contra o chão de pedra começou a ecoar, acompanhado pelo rastro de faíscas de uma lâmina gigantesca sendo arrastada.
“Espera aí...” Pluhur congelou no chão, os fiapos arrepiados. “Eu só PENSEI nela e o bicho já acordou e tá vindo na minha direção?! Voice, me diz que o meu HP 1 não vai virar 0 em cinco segundos!”
O eco das garras estalando contra o chão de pedra cessou abruptamente. O silêncio que se seguiu na escuridão da caverna era tão denso que Pluhur podia jurar que até as partículas de poeira ao seu redor tinham parado de flutuar.
— Olhe para mim, criatura insignificante — ordenou uma voz feminina profunda, imponente e que carregava o peso de séculos de autoridade.
Pluhur usou sua percepção para focar na direção do som. Das sombras da caverna, a criatura finalmente se revelou. Era uma loba gigante, de uma imponência inacreditável. Seus pelos eram de um branco tão puro que pareciam brilhar na penumbra, contrastando violentamente com suas íris vermelhas como sangue fresco. Mas o mais bizarro eram suas duas caudas longas, que se moviam de forma independente e se entrelaçavam elegantemente no ar. Entre os dentes afiados, ela segurava uma espada gigantesca e ornamentada.
Era ela. A Grande Loba da Espada, Rojtar.
Pluhur, mantendo sua clássica calma de ex-humano gente boa, rolou um centímetro para a frente e mandou na lata:
— Caraca... Você é realmente um lobo gigante, né?
Rojtar semicerrou os olhos vermelhos, encarando a bolinha de poeira cinza no chão com uma mistura de incredulidade e puro deboche. Ela soltou um bufo pelo focinho que quase fez Pluhur voar longe.
— Por acaso você é cego, fiapo? Não é óbvio que eu sou uma loba gigante?! — rebateu ela, a voz ecoando pelas paredes de pedra. Ela moveu levemente a cabeça, fazendo a lâmina da enorme arma reluzir. — A espada monumental na minha boca não foi suficiente para provar que eu não sou alguém de quem você deva abusar da sorte?
— Justo, bem justo — respondeu Pluhur, sem perder a pose de poeira pacífica. — Mas olha só, eu andei dando uma olhada ao redor e vi que você tá meio mofando nessa caverna gigantesca. Qual é a da sua história?
Rojtar soltou um suspiro pesado, o orgulho ferido transparecendo em sua postura.
— Eu estou selada aqui. Tecnicamente... há 800 anos. Presa neste maldito núcleo magnético.
“Nossa, 800 anos? Que idosa... Velhinha total”, pensou Pluhur, segurando a piada mental para não virar poeira cósmica antes da hora. Ele limpou a garganta mental e foi direto ao ponto estratégico: — Pois então! É exatamente por isso que eu queria fazer um acordo, um Contrato com você.
A loba ergueu uma das orelhas, curiosa com a audácia do fiapo.
— Um contrato? Você? Comigo? — Rojtar soltou uma risada nasalada. — E o que uma bolinha de sujeira teria a me oferecer?
— Negócio simples: em troca de você me dar metade da sua Mana através de um Contrato, eu bolo um jeito de fazer você voltar a ter um corpo físico e, de quebra, te tiro dessa caverna de uma vez por todas. O que me diz?
Rojtar ficou em silêncio por alguns segundos, avaliando a proposta. Ela olhou para a espada, depois para o teto da caverna e, por fim, para o Pluhur.
— Olha... geralmente, eu até recusaria isso vindo de alguém que é infinitamente mais fraco do que eu — desabafou a loba, revirando os olhos com uma frustração bem humana. — Mas eu não aguento mais ficar comendo carne crua sozinha, caçando monstros fracotes de masmorra e não ter uma alma viva para conversar nesta droga de lugar! Eu aceito. Qualquer coisa é melhor do que o tédio.
— Perfeito! Temos um trato — celebrou Pluhur.
No exato instante em que as palavras de aceitação foram ditas, o sistema de Contratos do mundo foi ativado. De repente, o corpo gigante de Rojtar começou a emitir um brilho azul-celeste intenso. No milésimo de segundo seguinte, o corpinho felpudo de Pluhur também começou a brilhar intensamente, sendo puxado por um turbilhão de Mana pura.
Pluhur sentiu uma expansão violenta. Sua perspectiva do chão mudou drasticamente. Quando a luz finalmente se dissipou, ele olhou para baixo e tomou um choque.
“Espera... o quê?!”
Ele olhou para os próprios braços e viu que eles estavam cobertos por um pelo branco macio. Olhou para trás e sentiu o peso de uma cauda felpuda e branca se movendo. Ele agora vestia um kimono cinza elegante, amarrado por uma faixa roxa na cintura. Seus cabelos pretos longos de outrora agora eram completamente brancos, e suas íris negras haviam se tornado vermelhas como o sangue. Para completar o combo do absurdo, ele abaixou o olhar e percebeu que... tinha seios pequenos.
“Espera aí, espera aí! Eu virei uma garota-loba mística de anime?! É melhor eu nem pensar nessa última parte para manter a minha sanidade...”, Pluhur pensou em pânico, o rosto corando. — Voice! Pelo amor de Deus, o que aconteceu com o meu corpo?!
A deusa respondeu imediatamente na mente dele, mantendo o tom calmo e educado de sempre:
— Devido aos termos do contrato, Mestre, o seu corpo original de bolinha de poeira teve que se expandir e se reestruturar drasticamente para conseguir sustentar metade da Mana colossal da Rojtar. Como consequência dessa adaptação biológica, você ganhou a segunda aparência da própria Rojtar: a forma que ela possuía há 400 anos, antes de ser totalmente selada nesta caverna.
Pluhur piscou, tentando se equilibrar nas novas pernas.
— Tá... mas e as vantagens? Voice, eu ganhei algum atributo de combate? Força? Defesa? Eu posso usar essa espada gigante agora?
— Não — respondeu Voice com uma frieza cirúrgica. — Você não ganhou absolutamente nenhum atributo em nada. Sua força física e defesa continuam as mesmas de uma bola de poeira. E quanto à espada, você também não pode usá-la, pois ela só foi dada à Rojtar 400 anos depois de ela ter conseguido sua forma de lobo definitiva. Atualmente, você é apenas um receptáculo estético para a Mana dela.
Pluhur quase caiu para trás. “Ou seja, eu continuo sendo um papel que rasga com o vento, só que agora eu sou um papel bonito e com roupas estilosas!”
— E eu posso voltar a ser uma bolinha de poeira normal? — perguntou ele, frustrado.
— Sim — garantiu Voice. — Você poderá retornar à sua forma original de bolinha assim que o período de vigência estipulado do contrato chegar ao fim.
Pluhur suspirou, ajeitando o kimono cinza.
“Bem, já que eu tenho o poder bruto da mana dela agora, o melhor que eu faço é sair dessa caverna de uma vez e bolar o próximo pa—”
Antes que pudesse terminar o pensamento, uma queimação insuportável subiu pelo seu estômago. O corpo de Pluhur tencionou. Ele dobrou o corpo para a frente e, de repente, cuspiu um líquido roxo e denso no chão da caverna. O esforço de carregar tanta energia sem ter atributos físicos cobrou o preço instantaneamente. Sua visão escureceu, as pernas vacilaram e Pluhur acabou desmaiando, caindo estirado no chão frio da caverna.
O caldo entornou para o Pluhur! Que reviravolta bizarra e cômica com essa transformação incompleta!
FIM DO 1 CAPITULO