Informação: Oi se você ta lendo isso,eu to começando a criar essa historia e espero que goste,se passa em um mundo alternativo,é eu sei meio generico mais foi a ideia e o personagem é brasileiro, mais a historia vai ser mais anime mesmo, so que ainda vou colocar nosso Brasil nela, sou bem novo escrevendo se achar que falta algo me diga por favor.
Aviso: As falas são aquelas que possuem —, e o resto é meio que narração ou Pensamentos,mais os pensamentos eu escrevo.
Novos Capitulos: Como to começando agora, eu vou tentar lançar ao menos 1 todo dia e vou tentar fazer meio grande mais tenho que pensar um pouco antes.
1
Marcus, Bento e Nycolle chegam ao último destino antes de Armament, uma cidade pesqueira chamada Fisher.
— Finalmente vamos fazer uma pausa.
— Ah, mas não mesmo. Agora que está melhor, vai ter que trabalhar. Bora pegar os sacos.
— Hihi, tem que trabalhar mesmo para compensar.
— Ah, você também, Nycolle? Tá bom, vamos logo.
Marcus leva, junto com Bento, os sacos como sempre, enquanto Nycolle vai ao lado dele olhando ao redor. Aquela cidade era parecida com as outras. O que mudava era que possuía um enorme lago, por isso era uma cidade de pesca. As ruas também eram asfaltadas e, de resto, as casas não pareciam mudar muito.
Eles veem um mercado de peixes e sentem um cheiro forte, mas de repente se espantam ao ver um...
— Um porto?!
— Mas é claro. É uma cidade de pesca.
— Uaaal!
Nycolle e Marcus ficam extremamente surpresos. Havia um enorme porto e barcos lindos. Não eram tão grandes quanto o Titanic, mas ainda assim eram enormes. Alguns pescadores passavam com baldes cheios de peixes.
O lago daquele lugar era gigantesco. Havia pessoas construindo mais barcos, alguns vendedores trabalhando e então um homem surge.
— Oi! Ei, meu amigo Bento, como anda?
— Geraldo, tô indo bem. Trouxe o que pediu.
O homem estava bem vestido e possuía uma postura respeitável.
— Quem são esses dois?
— São uns garotos que contratei.
— Sou Marcus.
— Eu sou Nycolle.
Eles se apresentam.
— Prazer em conhecer vocês. Podem colocar isso ali.
Marcus coloca tudo no local.
— Velhote, eu vou sair com ela um pouco. Termina o resto.
— Como assim? Tá me tirando, garoto?
— Não ouço nada. Blá, blá, blá.
— Volte aqui!
Marcus sai rapidamente com Nycolle. A garota olha para o homem e ri um pouco.
— Tá perdendo o respeito, hein, velho amigo?
— Até você me chamando de velho?
Bento fica cabisbaixo e seu amigo dá alguns tapinhas em suas costas.
2
— Aqui já está bom.
— Está sim. Ninguém vai nos ver.
— Agora sim. Qual será a magia que eu vou poder ter?
Eles estavam escondidos entre as árvores atrás do porto.
Voltando no tempo para explicar isso, durante a viagem Marcus conversou com Nycolle sobre magia.
— Ei, Nycolle, me ensina a usar magia.
— Claro, mas é muito difícil. Primeiro tenho que saber o que você pode fazer.
— Eu consigo.
— Certo. Então, na próxima parada, iremos treinar. Mas preste atenção no que vou explicar.
— Pode deixar.
Marcus fica extremamente empolgado e imagina como deve ser usar magia.
Voltando para o presente...
— Bom, para usar magia você tem que primeiro desbloquear seu núcleo.
— Hum...
— Esse núcleo fica mais ou menos na região do coração. Você vai sentir uma energia fluindo e ela vai se converter em magia. Só que é muito perigoso. Primeiro temos que saber qual é o seu tipo de magia.
— Entendi tudo! Pode vir. Quer que eu tire a roupa para ficar melhor de ver meu núcleo?
— O quê?! N-Não... não precisa. — pensou ela. — Mas até que eu queria ver...
Nycolle desvia o olhar, envergonhada, enquanto Marcus, que não prestou atenção na reação dela, continua sem entender. A garota se aproxima.
— Deixe-me te tocar.
— Tudo bem.
A garota se concentra e coloca a mão no peito do garoto. Uma luz sai de sua mão e, pouco depois, ela a afasta lentamente. Nycolle dá alguns passos para trás com uma expressão sem saber o que dizer.
Ela engole seco e olha para Marcus, que estava todo animado.
— Eu devo ter algo muito forte, né? Vou poder começar a treinar bastante!
— Como eu digo isso... me dá sua mão.
— Ok.
Nycolle segura firmemente as mãos dele e diz:
— Você não pode usar magia.
— Hum...
— Você não possui núcleo nenhum.
Marcus ainda estava confuso, mas então entende o que ela quis dizer. Em seguida, abraça a garota.
— Tem certeza? Não existe chance nenhuma?
— Sim... sem núcleo não é possível fazer nada. Sinto muito.
— Deve ser porque... eu sou de outro mundo.
— Tá tudo bem. Eu ainda acho você bem forte do seu jeito.
— Mas não é força, e sim magia. Eu não posso de jeito nenhum? Me diz que existe um jeito.
— Mas isso nem é algo tão ruim. Você conquistou uma ex-membra do grupo mais temido do mundo. Isso já é muita coisa.
A garota não responde mais nada, mas ele já entende a resposta.
— Pode até ser... mas ainda assim... só fica comigo um pouco...
— Vou ficar.
Marcus permanece abraçado com Nycolle por alguns minutos, resmungando baixinho por não poder usar magia. Depois disso, eles voltam.
3
— Como foi o passeio de vocês?
— Péssimo.
— Calma, já passou.
Bento, que esperava os dois no porto, estranha a resposta.
— Como assim, péssimo?
— Pedi para ela me ensinar magia, mas eu não possuo núcleo nenhum.
— Ah, então foi isso.
— Você não me entende. Você usa magia.
— Eu não uso, não.
— Sério?
— Sim. Vou te contar uma história. Um amigo meu, que não é um grande exemplo de pessoa, não possuía magia. Mesmo assim, treinou e aprendeu técnicas diferentes, até começar a enfrentar qualquer um.
— Quem é ele? Quero conhecer.
— Eu disse que ele não é um bom exemplo.
Nycolle sabia que Bento falava de seu passado. Então ela puxou Marcus para irem embora.
— Vamos. Eu vou tentar te ensinar outras coisas.
— Mas agora?
— Sim.
A garota o leva embora. Bento respira fundo e observa os dois se afastando. Então diz para si mesmo:
— Se você soubesse o que ele fez, não iria querer conhecê-lo.