— Droga... peguei no sono no chão do quarto — Lorenzo esfrega os olhos ainda grogue. — O QUE JÁ SÃO OITO E MEIA — ele trocou a roupa voando e saiu do quarto que nem uma flecha — Tomara que eles não tenham saído para ver eficiência ainda.
abrrindo a porta de forma tímida Lorenzo se depara. — Engenhocas — Um quadrado prendendendo Jans e Sakubo — Ei! Analin! Me tira dessa merda.
— Não tem forma de quebrar? — pergunta Oruma.
— Não, como eu disse tá bloqueando qualquer tensão energética acima de trinta.
— Oque que ta acontecendo aqui? — e finalmente percebem que Lorenzo está ali. — Bom dia flor do dia! A gente pensou que você tinha ido embora depois da surra que tomou do professor. — comenta Sarah
— Desgraçado! ele contou pra todo mundo. — na verdade Oruma tinha gravado.
— Tá, mas o que tá acontecendo? — as cadeiras estão todas juntas no fundo da sala e Jans preso.
— A Analin criou uma barreira.
— Não é só uma barreira, é o Domelin, eu usei alguns cálculos iguais do domo de Israel, só que troquei outros para detectar e travar altas densidades de energia.
— Todo mundo já entendeu porra, agora abre isso, tá começando a queimar aqui dentro!
Analin desativa um dos discos e uma leve fumaça sai de dentro. — Nossa Sakubo, você esquenta tanto assim em pouco tempo? — Sarah questiona, mas Sakubo e principalmente Jans estão meio tontos. — Analin, eu vou te matar! — Analin já havia começado a correr antes mesmo de Jans sair de dentro do Domelin.
— Vem aqui!
Oruma segura a cabeça de Jans — Já chega. Meus parabéns Analin seu domo sem dúvidas vai ser muito útil me diversas missões.
— Obrigada Professor.
— Vamos indo na enfermaria, já vai dar nove horas.
Enquanto andavam para a enfermaria Sarah relembra um assunto inacabado — Professor, você disse que ia ficar para a próxima aula, mas eu to muito curiosa, explica pra gente sobre os pactos... por favor. — os outros também pedem e pertubam. — Tá, vou explicar. — e eles comemoram.
— Para começar é bem simples, vocês tem que entregar algo para recebrem algo de valor igual. Alguns pactos podem ser temporários outros podem ser permanentes, depende da troca.
— E como firma um pacto?... tem que gritar? — pergunta Sakubo
— Qual o sentido de gritar e firma um pacto.. será que é mesmo? — Lorenzo entra na ideia
— Vocês são burros, nada haver, seria tipo... EU TROCO MINHA BELEZA, PARA SER UMA BRUTAMONTE SUPER FORTE! — se expressa Sarah
— Meu Deus!
— hahaha vocês são tão burros que chega é engraçado.
— Não, não tem nada haver com gritar! Vocês tem que entrar em estado plano. — diz Oruma
— E o que é isso?
— Estado de vida e morte.
— Quero mais fazer pacto nenhum não. — diz Sarah
— Hoje em dia existe um aparelho que deixa em estado plano, na enfermaria tem uma.
Suspira Sarah - melhor.
— Mas não eu acho que seja possível trocar beleza, as trocas são extremamente perigosas, principalmente pelo que vem depois afetar diretamente as fontes secundárias. — explica Oruma
— É uma regra isso? - pergunta Jans
— Sim.
Eles chegam na enfermaria. — ué, não tem ninguém aqui. — Oruma vai até uma das macas e digita uma senha. Uma voz robótica começa a falar — Reconhecimento facial requerido. — Oruma posiciona o rosto. — Oruma Olúmole Bakawu, Orun especializado duas estrelas, acesso liberado.
— Uau, que tecnológico — diz Sarah enquanto uma porta ao lado da enfermaria abre.
— Professor Oruma — um homem carregando uma espada na cintura sai da sala
— Seikei... Pessoal esse é Seikei Makasashi, ele trabalha aqui na unidade de inteligência orun.
— Olá. Vamos a doutora Nya tá aguardando vocês.
— Então é aqui que todo mundo da OCO fica né — murmura Lorenzo para os outros alunos. — Na verdade aqui ficam diversos não Orun, aqui é a área dos nerds, os únicos orun que ficam aqui é o Seikei e a Nya — comenta Oruma.
— A dra. Nya disse que o pessoal desse ano é interessante, é verdade?
— Sim, não como os 95 ou os 00 mas são bons.
— eles estão falando da gente - sussurra Analin.
— Eles são o maior número de alunos já registrado né?
— Sim.
— As competições de turmas orun desse ano vai ser boa.
— Com certeza! temos ótimos prospectos, tem de tudo para ser uma das melhores!
— E você pode ser o primeiro professor na história a ganhar com uma turma a1, principalmente agora que o Nero da c3 foi suspenso.
Oruma se supreende — Quando foi isso?
— Ele tava em julgamento desde novembro e a sentença saiu faz dois dias. — Seikei pesquisa no site orun e entrga o celular para Oruma.
— O Nero sempre foi problemático, eu ainda consegui controlar ele na medida do possível... tempo indefinido, excesso de violência.
— Só o esperado dele. E esses seus alunos acredita que podem vencer?
Oruma olha para trás e se vira com um sorriso — Sim! Inclusive o irmão do Nuran tá ai.
Seikei se espanta — Outro Arkamael!?
Oruma apenas acente.
Quando chegam na sala, diversas pessoas estão ajeitando a máquina — Dra. Nya, chegamos! — uma mulher bonita de jaleco vai até eles. — Quem é essa? — Sakubo parece impressionado, ela chega e abraça Oruma — Como você tá? — a mulher pergunta. — Bem e você?
— Bem que esse abraço poderia ser em mim — diz Jans
— Que nojo, cala a sua boca! — diz Sarah socando Jans — mas ela é realmente muito linda.
— Pessoal essa é a Chefe da Unidade de Inteligência Orun, a Dra. Nyajasha Zarkesh. — a beleza de Nyajasha é o que deixa todos supresos, sua elegância na forma que anda e fala são irretocáveis, ela se aproxima de cada um — Analin, o Oruma me disse que você tem ideias e cria coisas incríveis.
— O-obrigada.
— Sakubo, o garoto que conseguiria destruir uma cidade inteira.
— Ela cheira tão bem... espera o que ela disse?
— Sarah, então foi você que causou aquele tremor no subterrâneo, que legal!
— É o que sempre dizem.
— Jans Arkamael, fiquei sabendo do seu pai, meus pêsames! Como sua mãe está?
— É complicado, principalmente para ela, mas ela ta bem. — saber sobre o pai de Jans supreendeu todos os alunos.
— E você é o Lorenzo, o garoto dragão.
A tensão é cortada para deboches contra Lorenzo — Droga... ele contou pra literalmente todo mundo.
Um homem de traje social se aproxima — Doutora, a máquina já está pronta! — Nyajasha acente e leva eles próximo da máquina — Um por um vocês vão se deitar dentro dela, quando fechar a cápsula umas luzes vão piscar e pronto é bem rápido... Quem quer ser o primeiro?
Sakubo deu um passo a frente. — Ok, é só deitar ali né? — ele respira fundo e se deita, Nyajasha segura a porta — É bem rápido, as luzes são fortes mas é só fechar o olho. — ela fecha a porta.
Não durou 10 segundos e um dos homens sentados enfrente o computador faz um sinal e ela abre novamente. — Ué? Já foi? — e ela balança afirma — Quem é o próximo? — E foi assim, até que todos passaram na máquina. — O Oruma já deve ter dito, mas os resultados da eficiência, vocês só vão saber quando ficar pronta a carteirinha orun.
Não deu tempo nem de saírem para Oruma receber uma mensagem no telefone — Me esperem na sala, vou ter de passar em outro lugar antes.
Oruma atravessou para o outro lado da organização, ele entra no salão principal — espaçoso e com nada além de três corredores. De um deles vem uma mulher — jovem, baixa, usando roupas formais e carregando uma prancheta. Ela se aproxima para perto e o chama para andarem fora.
Do outro lado pela janela Jans observa — Que! mais uma mulher, oque esse cara tem? Talvez eu peça umas dicas pra ele.
— O diretor pediu para entregar essa missão para você pessoalmente, é por isso que te chamei e não fui até a sala ou enviei notificação. — Oruma estranha já que isso só acontece em situações de extrema importância — Querem que faça uma missão a parte?
— Não — a mulher sorri — ,meu pai só não quer que em situação de combate você interfira, a menos de ser de extrema importância.
Oruma não entende - Mas esse não é o comum!?
— Sim, mas vocês não foram designado para matar uma aberração, vão transportar um rifle que foi reencontrado.
— Emíllia - Oruma para e encara — ,vocês acham que existe algum problema a parte?
— Nunca se sabe!
— E é isso! — Oruma termina de explicar o que foi fazer — Daqui a dois dias vocês vão pegar a carteirinha e depois vamos viajar para Papua Nova-Guiné.
— E isso fica em qual país? — pergunta Sakubo
— Esse é o país, idiota — responde Analin — ,e qual seria a importância desse rifle?
— Um objeto que pode amplificar um dom é considerado "Artefato Orun", o caso desse rifle é o mesmo da espada que o Seikei carrega, aquela espada se chama "Pomba Ventania" e ela era usada pelo lendário Ryoma Hanzo na era de ouro.
— Ryoma Hanzo!? — Analin se surpeende, Jans também reconhece o nome, já os outros não fazem a mínima ideia — Quem é esse?
— Viu, se vocês tivessem lido A Saga do Mais Forte saberiam quem é!
— Eu não li esse livro, mas minha mãe já contou sobre ele. Diziam que ele não precisava sacar a espada para cortar.
— Realmente, porém o dom de Seikei e Ryoma podem até se assemelhar, por merecimento foi entregue a Pomba Ventania para o Seikei. No caso do rifle, ele era de Benjamin F. Kruger.
— Quem?
— Quando Benegrin Hellfire criou o Instituto Orun ele fez acordos com os governos dos Estados Unidos, União Soviética, Reino Unido, França, Alemanha, Portugal, Espanha, China e Itália. No acordo contava sobre os Orun, dom, aberração entre outras coisas, e em troca todos que nascessem com o dom deveriam ser levados para os cuidados da OCO, mas nós não poderiamos influenciar em guerras e nem nada político. Entretanto em 1943 em meio a Segunda Guerra Mundial, foi descoberto que Adolf Hitler havia escondido alguém com dom.
1944
Budapeste, Hungria
Aviões sobrevoam um céu coberto por fumaça, a lua parecia iluminar o campo em vermelho carmesim. Diversos corpos estavam caídos no chão e apenas um homem andava carregando um rifle nos ombros, sua farda estava intacta, ele assobiava enquanto transitava por cima dos corpos.
Olhando abaixo observou um contigente de aproximadamente quarenta, ele ainda assobiando mirou o rifle e disparou. Esse único projétil foi capaz de atravessar três crânios, o segundo mais quatro e o último o que restara, ele repôs o rifle no ombro e desceu a colina.
— Benjamin F. Kruger, ficou conhecido como: Demônio da Bala. O dom dele permitia que ele controlasse a força do estouro e teleguiasse as balas de seu rifle até certa distância, que até hoje não é sabido. Ele dizimava dezenas ou até centenas em campo de batalha. Quando foi descoberto o na época Diretor da OCO Vladmir Boscov enviou alguns orun para capturar ele e o levar para a jurisdição do Intituto, porém Kruger resistiu, é dito que 5 orun foram para capturar ele e apenas 1 voltou vivo. Em 2001 o rifle de alguma forma se perdeu. — conta Oruma.
— E porque só apareceria agora e em outro continente? — perguntou Sarah.
— Existe teorias da conspiração, mas eu odeio isso, o que acredito é que alguém roubou e vendeu. — respondeu Oruma.
— Teorias?
— Sim, existe de um acordo com o orun que saiu vivo, a de que ele se tornou uma aberração Ômega e a de que o rifle sumiu por uma sombra, apenas idiotices!
— Mas é fácil assim vender um artefato orun? — pergunta Jans
— Não, se ele for registrado como "sem portador" ele fica no museu, apenas o conselho e o museonista tem acesso. Ou seja — Oruma deixa a questão.
— Alguém de cima.
Oruma se desloca até a porta — mas isso não importa, nós vamos viajar e trazer de volta o rifle — ele estava pronto para liberar a turma — Ah! mais uma coisa, se a gente encontrar um desafio vocês tem que lutar sozinhos, se complicar eu vou poder ajudar vocês.
Dois dias se passam, são oito horas da manhã, todos estão reunidos na sala conversando, até que Emíllia chega com as carteirinhas e entrega para cada um — Meus parabéns a partir de agora vocês são realmente orun da OCO. Tenham uma boa sorte na missão de vocês!
Oruma se levanta — Deixa eu ver como ficou a carteirinha de vocês.
Lorenzo H. Valeriano
17 anos
Nápoles, Itália
Aluno do 1º ano
Graduado 1 estrela
E.r: 82
E.co: 60
E.cr: 20Sakubo Urosakibara
17 anos
Hokate, Japão
Aluno do 1º ano
Graduado 1 estrela
E.r: 85
E.co: 60
E.cr: 15Analin Davis Beker
17 anos
Chicago, Estados Unidos
Aluna do 1º ano
Graduado 1 estrela
E.cr: 85
E.co: 60
E.r: 29Sarah Mrev-Shabul
17 anos
Jerusálem, Israel
Aluna do 1º ano
Graduado 1 estrela
E.co: 75
E.cr: 75
E.r: 75Jans Arkamael Harzkiz
17 anos
Monte Ararat, Turquia
Aluno do 1º ano
Especializado 1 estrela
E.cr: 79
E.co: 55
E.r: 25
Os alunos também olham uns dos outros e Sarah bem observa — Por que todo mundo tá como graduado e o Jans como especializado?
— Porque eu sou o melhor, simples! — diz Jans
Oruma recebe uma mensagem, ele responde — Estão prontos? — o olhar de Oruma é o suficiente para inspirar a todos — Sim!
Quando vão para fora uma van espera por eles, ela os leva até o aeroporto. — Ué, achei que a gente fosse de jatinho. — diz Sarah
— Nós não somos os X-men, para cada viagem o instituto que paga o vôo. — responde Oruma
— Calma, a gente vai de econômica? — pergunta Jans.
— Claro! se você tiver dinheiro pode pagar para ir na executiva. — diz Oruma. Essa é a forma de se quebrar a expectativa de jovens sonhadores.
O avião sobe vôo.
— Da nem para pedir um caviar. — Jans parece que está preste a morrer.
— É só alguma horas, olha lá nem a Sarah ta reclamando. — diz Analin olhando Sarah dormindo.
2 de Março de 2019.
Port Moresby, Papua-Nova Guiné
Depois de mais de 30 horas de vôo e uma conexão o finalmente avião pousa. — Ah! não aguentava mais ficar sentado. — espreguiça Sakubo
— Ninguém aguentava, dormi tanto que estou com dor de cabeça. — diz Sarah
— Como vocês conseguem dormir? Eu fiquei o tempo todo acordado. — diz Lorenzo
— Vamos logo! - Chama Jans já que apenas os três ficaram para trás.
Uma van os espera, quando todos haviam adentrado Oruma diz — Temos reserva em um hotel 5 estrelas no centro, vocês vão poder conhecer a cidade.
— Nossa que chique, 5 estrelas, minha primeira vez. — diz Sarah
Quando chegam no hotel, a entrada não parecia impressionar, já o saguão era de fazer os olhos brilhar, principalmente pelos lustres que brilhavam em dourado. — Esperem aqui vou pegar as chaves dos quartos. — diz Oruma
— Eai, o que a gente vai fazer? — pergunta Sakubo
— Eu vi que tem uma praia chamada Ela Beach, eu vou ir lá. — diz Sarah
— Tem um museu/galeria de arte incrível aqui, eu vou ir. — diz Analin
— Quando eu viajo gosto de ver e conhecer a cultura do país, então eu devo ir por algum lugar — diz Jans pegando um mapa
— E você Lorenzo? — Todos olham para ele.
— Eu não tive planos, eu nunca sai da Itália, nem de Nápolis, na verdade eu só sai para ir para a OCO. — responde Lorenzo.
— Então tamo junto, também não fiz planos. — diz Sakubo
Oruma volta com as chaves. — Jans quarto 103, Lorenzo quarto 104, Sarah quarto 107 peguei esse por que sabia que você iria querer vista pro mar.
— Eu sou tão prevísivel assim!? — diz Sarah pegando a chave.
— Analin quarto 108 e Sakubo quarto 112, esse quarto se você abrir a janela vai sentir o ar bater, deve causar paz e foco. — entrega as chaves Oruma — Vocês tem até oito horas para voltar.
— Professor você vai fazer o que até as oito? — pergunta Sakubo
— Não sei, acho que vou ficar pela piscina do hotel mesmo.
Jans vê mulheres conversando sorrindo enquanto olham para Oruma. — Já até sei por que. — murmura.
— Relaxem! temos 2 dias de estadia ainda, vocês podem conhecer a ilha toda. — Oruma olha para traz e sorri para as mulheres. — Vão lá e coloquem as malas no quarto, são....9:42, as 20 quero todos aqui.
Cada um vai para seu quarto. Jans é o primeiro a sair com um mapa na mão — acho melhor eu pedir um táxi.
quatro minutos depois Sakubo vai na porta de Lorenzo gritando. — Lorenzo...Lorenzo..Bora logoooo. — Lorenzo abre a porta desesperado sussurrando — Para de gritar, o hotel tem outros hóspedes.
— Ah é...eai pra onde nós vamos?
— Eu não sei, acho que o Jans já saiu. — responde Lorenzo pensante — já sei! vamos perguntar pro professor Oruma.
— Você sabe qual o quarto que ele ta?
— É eu não sei, mas ele disse que iria na piscina, vamo lá ver!
dois minutos depois sai Analin com sua mochila e uma máquina fotográfica no pescoço. Sarah sai logo depois — vestida com vestido florado, um chápeu de palha e uma bolsa. elas acabam se encontram no elevador. — Annie você vai ir como?
— De táxi — responde Analin observado Sarah. — Porque você ta indo tão exótica assim?
— Eu vou para a praia ué, vou tirar fotos também.
— E o que tem nessa sua bolsa ai?
— Huum...protetor solar, meu celular, minha carteirinha e dois batons.
Lorenzo e Sakubo acham Oruma — sem camisa, de óculos escuros, deitado na cadeira.
— Professor.. — Oruma levanta os óculos. — Vocês dois não vão para lugar nenhum não?
— Então viemos aqui para isso, o que a gente pode fazer? o Jans saiu por ai, a Analin foi em um museu e a Sarah foi para a praia. — diz Lorenzo
— E por que vocês não foram com nenhum deles?
eles encaram Oruma com caras idiotas até que ele se levanta da cadeira. — Ah esquece, o café da manhã tá sendo servido, vamo comer e a gente procura algum lugar para vocês irem!
— Táxi! - Analin chama — Quanto fica daqui até o museu e galeria de artes?
— Fica 30 — diz o motorista.
— Você passa pela Ela Beach? — pergunta Sarah
— Sim.
— A gente divide! — Sarah concorda e entram no carro.
Jans paga e sai do táxi, ele vai até um bar local pedir informação ao dono do bar. Ele coloca o mapa na mesa e pergunta. — Sabe me dizer como eu faço para chegar na entrada de alguma aldeia? — O homem não entende e balança a cabeça.
— Aldeia. — ele continua sem entender — al..de..ia — e ele continua a balançar a cabeça e suspender os ombros. — merda..ele não entende — Jans coça a cabeça e olha para os lados.
— O que é que esse doido tá falando? — pergunta outro rapaz na língua deles.
— Eu sei lá.
— Já sei! — Jans começa a fazer gestos de caneta para o dono do bar e o dono entrega uma caneta. Jans desenha uma oca e várias pessoas em frente num guardanapo.
— Esse moleque tá pensando que vivemos em ocas. — diz o dono do bar
O dono do bar se levanta. — hahaha finalmente entendeu. — O homem vai para trás do balcão. — ué — e saca uma espingarda. — Ou ou ou que isso, não precisa disso — Jans sai correndo — ,eu só queria aprender sobre sua cultura.
Oruma, Lorenzo e Sakubo foram comer na área de alimentação. — Professor, eu queria saber, por que você se tornou professor? Eu andei pesquisando igual a Analin disse para eu fazer, e vi que normalmente depois de se formar a maior parte pegam um cargo em algum governo. — pergunta Lorenzo.
— Na verdade não, — Oruma limpa a boca. - quando se forma na OCO, é possível viver como desejar, entretanto a organização tem direito a você, se seu nome ta no sistema eles podem designar você em missões, porém, quem trabalha por fora é sem remuneração, caso você só viva fazendo missão, a organização te remunera pelo risco de vida que traz, se você trabalha em algum cargo na organização a remuneração é do cargo e das missões. E os que pegam cargo em governo é graças a um acordo do Instituto Orun com a ONU.
— Então não seria melhor só viver com as missões?
— Depende, quando alguém quer viver uma vida normal é melhor arrumar uma outra fonte de renda, já que é bem menor as chances de receber missões. — uma mulher sorri para Oruma e ele para de comer e vai em direção a piscina.
Sarah desce do carro. — Tchau Annie, até daqui a pouco!
Sarah desfila pela rua comprimentando todo mundo como uma estrela pop — Oi!... Bom Dia!....Dia lindo hoje!
— Tá, agora é só procurar o melhor ângulo — Sarah olha para os lado e vê uma vista com direção para o mar e pedras e tira diversas fotos.
Analin chega ao museu. — Olá, seja bem vinda ao Museu e Galeria de Artes Nacional!
— Olá! — Analin olha ao redor — coloca as mãos fechadas nas bochechas e abre um sorriso de olhos fechados enquanto da pequenos pulos. Analin tira várias fotos, escuta vários guias e vê várias obras de arte. — Isso é INCRÍVEL!
Um táxi para em frente o hotel, sai Sarah olhando as fotos no celular, outro táxi para logo atrás, sai Jans com cara de poucos amigos. — Jans eai como foi hoje?
— Eu quero ir embora desse país!
Oruma manda uma mensagem para todos se reunirem no quarto dele "Venham para o quarto 200, vamos ir pegar esse rifle!"
Fim do capítulo 3
Personagens:
Nome: Seikei Makasashi
Idade: 23 anos
Data de Nascimento: 11/03/1996
Altura: 1,76
Peso: 69 kg
Nacionalidade: Japão
Especializado 1 estrela
Extra: Cabelo liso escuro, olhos pretos, óculos retangulares.
Nome: Nyajasha Zarkesh
Idade: 34 anos
Data de Nascimento: 31/08/1985
Altura: 1,77
Peso: 71 kg
Nacionalidade: Índia
Elite
Extra: Cabelo escuro longo, olhos cinzentos.
Nome: Emíllia Cátia Markosim
Idade: 25 anos
Data de Nascimento: 07/04/1994
Altura: 1,65
Peso: 51 kg
Nacionalidade: Bulgária
Graduado 2 estrelas
Extra: Cabelo longo loiro, olhos verdes.