Jans e Sarah sobem pelo elevador para chegar no quarto 200 e encontrar Oruma. — Ele pegou uma espingarda e mirou para minha cara. — diz Jans indignado.
— E você fez o quê?
— Ué, corri. Se eu uso meu dom contra um civil só iria gerar problemas.
— Foi melhor tirar fotos.
Quando a porta do elevador abre eles encontram Analin, Lorenzo e Sakubo conversando parados em frente a porta. — Já estão aqui faz tempo?
— Não, faz uns três minutos.
— E não bateram na porta?
Ambos se encaram — Não! —. Jans estala o beiço — imbecis — e bate na porta.
Oruma abre a porta — usando um sobretudo longo escuro e calça bege. Ele encara a todos — Demoraram 4 minutos.
— A gente vai ir em alguma festa formal? — pergunta Sarah antes de perceber o que os outros já haviam notado. — Peraí, isso aqui é uma suíte master?
Sakubo ultrapassa Oruma e corre até o banheiro — Tem até hidromassagem.
— Olha a vista dessa sacada, e você disse como se a minha fosse a melhor. — diz Sarah.
Lorenzo se lança na cama — Olha essa cama. Além de gigante é super macia.
— Vocês estão exagerando, o quarto de vocês é de um hotel 5 estrelas. — diz Oruma.
— E isso é uma suíte master de hotel 5 estrelas. — Jans cai na real — Você deixou de pagar nossa viagem na executiva para pegar dois dias de suíte master para você!?
Ele encurralou Oruma — Chega, Chega! Vamos para o que importa. — Oruma enfileira-os na frente dele — Nós vamos buscar o rifle na casa de um colecionador, o nome dele é Duvan Marape, ele tem 62 anos e é conhecido por caçar tigres e ursos, ele já foi preso uma vez por importunação sexual. Como é a instrução normal vocês cinco vão pegar o rifle com ele sozinhos, devo ficar no mínimo a 7 quilômetros de vocês. E quem eu escolhi para conduzir foi Analin.
Analin gela e sorri timidamente. Jans nota um detalhe curioso — Professor, você não acha estranho aparecer um artefato desaparecido desde de 2001 do nada, e com um cara com um currículo desses.
— É um fator interessante a se pensar, mas eu deixei passar despercebido.
Analin percebe outra coisa — Juntando isso que o Jans falou com o que você disse, da teoria de alguém do alto escalão roubar para vender e a Emíllia te chamar para dizer sobre a missão, não é estranho?
Oruma pensou melhor — Faz sentido, mas relaxem estarei 7 quilômetros de vocês. — Oruma pega uma escuta — Ouvirei tudo o que vocês falarem, é só pegar e me avisar que vou buscar vocês, jogo rápido. Vamos descer a van ta esperando a gente.
Na van Sarah tem um mal pressentimento — Gente, vocês não estão achando estranho esse caminho não? Deve fazer uns dois minutos que eu só vejo árvore nesse caminho de terra.
Sakubo também se expressa — Eu to começando a ficar ansioso com esse escuro.
— Se acalmem, estamos chegando. Pelo menos é o que parece.
Finalmente acharam um caminho, que para dentro estava uma imponente mansão pouco ilumindada. — É ali! — diz Oruma — cheguem na casa, peguem o rilfe e saiam! — todos assentiram, eles saíram e a van com Oruma parte.
Analin da um primeiro passo encorajado — Vamos!
"Alô, alô, estão me ouvindo?" pergunta Oruma pela escuta. — Sim! — Analin responde.
"Digam que estão representando Vood Vancouver, esse é o nome do comprador, o valor já foi pago." Eles vão caminhando até a casa — a estrada de terra causa um barulho desconfortável e a pouca iluminação causa nervosísmo. Eles param na frente da porta.
— Isso tá meio sinistro! — murmura Sakubo.
— Certo, vou bater na porta! — diz Analin. — Toc Toc.
Uma voz rouca aparentemente bêbada responde as batidas — Já vou!
A porta se abre — um baixo homem velho, manco, com cicatrizes no rosto, barba e cabelos grisalhos, uma roupa esfiapada. — Quem são vocês?
"Pode dizer seu nome" diz Oruma pela escuta.
Analin deixa a postura firme — Meu nome é Analin Beker e esses são meus seguranças. Venho em nome de Vood Vancouver buscar um rifle... — Analin não sabe o nome do rifle.
"Karabiner 98k". — Karabiner 98k. — Corrigiu.
O velho homem entende — A sim! Vood Vancouver. Querem entrar para tomar algo, vejo que vieram de longe.
"Recuse". — Aceitamos! — Analin vai contra Oruma.
Ao entrarem na casa vêem como a sala é enorme, com diversos rifles e cabeças de — urso, leão, tigres e veados.
— Vejo que curte caçada. — diz Analin.
O homem olha para trás enquanto anda — Sim, é o que mantém minha sanidade. A caçada e a bebida. — o homem chega a cozinha — O que querem beber, tem cerveja, whisky, vodka.
— Tem água?
O homem encara de cima a baixo — Sim, tem água. Esperem aqui que vou pegar para vocês! —. Quando o homem se afasta Jans puxa o braço de Analin — O que você tá fazendo? Era só pegar o rifle e agora já estamos dentro da casa dele.
— Esse homem é sinistro, se ele estiver com algo que seja crime na casa dele, a gente tem que intervir. Lorenzo você deve dizer que quer ir no banheiro, olha todos os cômodos da casa. Posso investigar Professor?
"Pode, mas sejam rápidos"
O homem volta e Lorenzo põe o pedido em ação — Senhor. Tem banheiro?
— Tem sim, segunda porta a direita.
Lorenzo sai caminhando em direção ao corredor. — Desculpa eu não perguntei antes, pode me dizer seu nome? — pergunta Analin.
— Duvan Marape.
— Senhor Duvan! Aquele que foi no banheiro se chama Lorenzo e esses três comigo são, Jans, Sakubo e Sarah.
— Imagino qual seja o gosto do chefe de vocês, todos de diferentes etnias. — o comentário causa desconforto, mas Analin consegue sobrepor — O senhor Vancouver costumar ser extremamente meticuloso com a escolha dos seus segurança, sem se importar de como é.
Lorenzo vendo que já não está mais na visão começa a vasculhar, no primeiro cômodo que entra encontra apenas com taças e talheres, na segunda um banheiro, na terceira mais cabeças de animais. — Nesse corredor os quartos não tem nada, só vendo lá em cima — diz Lorenzo na escuta. "Vê se não tem porão, essas casas costumam ter" diz Sarah. Lorenzo procura por portas ou paredes secredas mas não encontra nada, então volta para onde todos estavam — Aí! era uma dor de barriga.
— Vou ir buscar o rifle, esperem aqui! Ele está lá em cima. — e Duvan sobe as escadas.
— Fez todo um teatro e não encontramos nada de suspeito. — diz Jans.
— Tem sempre que tentar — responde Analin decepcionada — ,mas no fim a gente está de boa!
Duvan desce com o rifle em mãos e o entrega para Analin — Ah esse rifle! Lembro que comprei ele de um argelino mestiço, o filho da puta me cobrou 5 milhões de euros por ele, mas como sou um bom negociador comprei por 2 milhões e o chefe de vocês comprou por 10. — Duvan cai na gargalhada.
— Você se lembra do nome desse argelino? — pergunta Jans.
Duvan vai aos pouco se acalmando das risadas — É óbvio que não, isso já faz dezesseis anos. Por que da pergunta?
— É por que nosso chefe foi roubado e um dos itens foi esse rifle.
— Estranho. O argelino me jurou que tinha encontrado ele dois anos antes em um rio. — disse Duvan começando a suspeitar.
— Talvez algo tenha acontecido ao ladrão anterior. Nós já estamos indo. — diz Analin apressando a saída, embora o homem tenha estranhado os despediu — Adeus! Vão pelas sombras.
"Saímos professor". — Certo! — Oruma cutuca o piloto da van — Pode voltar. —. A van da partida quando um homem é avistado. "Que doideira tem um homem vindo nesse breu todo." diz Sarah.
"Deve ser algum perdido" diz Sakubo, Oruma começa a estranhar.
"Olha só ele parece está vindo na nossa direção"
a escuta não capta as palavras do homem e nem mesmo eles entedem.
"Ele deve ta perguntando alguma coisa" diz Jans
"Menina" a voz do homem se revela parece calma.
"Ele parece tá falando com você Analin."
"Oi moço!"
— Você poderia devolver meu rifle? — diz o homem, algo que faz todos ficarem desentendidos — as vestes do homem parecia de alguém com dinheiro e ele não parecia bêbado.
"O que ele disse?" pergunta Oruma.
— Pediu o rifle dele. Quem é esse cara? — questiona Analin — Moço, desculpa mais você deve estar se confundindo. — o homem caminhou até ela parando na sua frente, após analisar ele diz — Eu tenho quase certeza que ele é meu. — ele toca e segura o fuzil.
"O que que está acontecendo?"
Jans toma a frente de Analin — Irmão, a gente tá atrasado, siga o seu caminho.
O homem respirou fundo e espalma o rosto de Jans com a parte de fora da mão — o fazendo ser arremessado para longe. Ele diz calmo — Se vocês não estão preparados para morrer, me entreguem esse rifle!
Os olhos de todos se arregalam. "Corram daí! Saíam logo" gritou Oruma, grito que de nada adiantou. Em um piscar de olhos ele já tinha tomado o rifle. — Que força é essa! — pensou Analin.
— Escamas de Dragão — Lorenzo não espera as escamas completarem seu corpo e lança um soco no rosto do homem — que é arrastado. Jans vem de trás com Meimei acertando o rosto de raspão — o fazendo ir um pouco mais para trás. — são orun!? — ele passa o dedo na ferida que rápidamente se cicatriza — Então escolhem a morte — o homem coloca uma lâmina embaixo do bico do rifle — ,tudo bem posso entregar ela para vocês — ele diz checando o rifle — Que merda! rasparam a marca.
Jans começa a pensar — está muito escuro para ele acertar os tiros — ele olha para trás — para a Sarah deve ser mais difícil ainda — ele segura mais forte a foice — sobra o corpo a corpo, ele não deve segurar eu, Lorenzo e o Sakubo. É isso. — Jans fala pela escuta — Sakubo e Lorenzo, a gente tem que pressionar ele.
Sakubo sai correndo em linha reta até o homem. Jans percebe e vai junto.
— Se juntando para me atacar? — ele se prepara — deixa eu ver se ainda sei lutar.
— ele deve tentar atirar — pensou Jans, sem perceber que o homem não estava mais na sua frente — Cadê ele? — o homem estava chegando do lado — lento demais garoto. — acertando a costela de Jans. Por sorte pegou a parte de madeira e não a lâmina. Enquanto acertava Jans, ao mesmo tempo ele apertou o gatilho.
O tiro tinha Sarah como objetivo, mas Lorenzo se lança e coloca sua mão na frente fazendo o projétil rebater.
— Por eu estar focado no outro garoto não consegui aumentar a velocidade e nem a força — pensa o homem — Aquilo que tá no corpo daquele garoto só deve ser perfurado com um estalo maior. — ele esquece de algo — Cadê o outro? —.
O outro era Sakubo que estava com o punho queimando em vermelho carmesim do lado de seu rosto. — Merda! —. Antes mesmo de encostar, o homem já sentia seu rosto queimar, e quando acertou fez com que ele fosse arremessado para longe.
Sarah esfrega os olhos — Sakubo, você conseguiu? — a emoção toma conta. "O que aconteceu? Mataram ele? Vocês estão bem?" perguntou Oruma.
— Sim! O soco que acertei nele foi o mais quente que já usei. Nenhum humano conseguiria sobreviver! — diz Sakubo caminhando até Jans. Nem deu tempo da calmaria, Lorenzo percebeu algo estranho naquele breu, então corre em direção de Sakubo para ajudar.
— Bang. — um projétil muito mais rápido e forte fora disparado. Lorenzo de impulso colocou seu antebraço escamado na reta — um buraco se abre. O projétil atravessa as escamas e a pele, mas não foi forte o suficiente para continuar. — Já sei o tanto que preciso para atravessar. — o homem ainda de pé, volta calmamente daquele breu.
Lorenzo grita alto pressionando seu braço. "Que isso? O que está acontecendo?". As coisas aconteciam tão rápido que para o cérebro digerir tudo era complicado. — Ele — Sarah está imóvel — ,ele voltou. — ela demora para perceber a realidade — o Lorenzo, ele foi, foi atingido.
Oruma pressiona o motorista — Acelera isso mais rápido! —. "Sagrada" Oruma ouve Sarah ativando seu dom. "E sonhou: Eis posta na terra uma escada cujo topo atingia o céu; e os anjos de Deus subiam e desciam por ela". Ele vê pelo vidro do carro o céu brilhar. "Cajado de Moisés". E um gigante cajado como um raio caindocaindo como um raio. — Sarah, o que aconteceu? — sem resposta. — Sarah!?
A maior parte das árvores que estavam ao longe do caminho haviam sido resumidas a cinzas — Sarah estava caída esgotada. Analin tenta recuar carregando Sarah enquanto devagarosamente o homem andava reto. — Isso já me aconteceu uma vez, de cinco orun me enfrentarem — ele grita pois quer que ouçam — Sabem o que aconteceu? — ele para remuniciar seu rifle — Todos morreram! Na verdade nem todos, Um sobrou, Summerville se não me falha a memória, ele disse que me faria imortal caso eu deixasse ele viver, chorou implorando pela vida.
Oruma reconhece o sobrenome e se lembra — Riley Summerville, ele voltou dizendo ter matado Benjamin Kruger. Então era mentira.
— Eu sou um bom homem e Deus sabe como! senti pena daquele miserável homem chorão. Então eu peguei esse rifle, coloquei na minha testa e bam. Eu disparei! — Benjamin continua a caminhar — Eu diversas vezes repudiei completamente meu suícidio! A dádiva de ser imortal veio com a consequência de viver em um mundo como esse, talvez se eu não tivesse me suicidado nós teriamos vencido —. Um projétil atinge a cara de Benjamin sem o deixar terminar, o disparador era Duvan que corre para socorrer Analin e Sarah — Meninas, o que está acontecendo? —. Analin gritou — Não! Fica aí! — mas antes de Duvan chegar. — Era você quem estava com meu rifle, não era? — sua cabeça foi decepada por Benjamin, que rolou até os pés de Analin.
Fim do capítulo 4
Personagens:
Nome: Benjamin Falrich Kruger
Idade: ??
Data de Nascimento: ??
Altura: 1,83
Peso: ??
Nacionalidade: Alemanha
Extra: Cabelo loiro e olhos azuis.