Um Ladrão Medieval no Século 21
Criado por: Gabriel dos Santos S. (John Palmer)
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[Mansão da família Jung, Coreia do Sul, Seul. 6:50 da manhã, dia 21 de fevereiro de 20xx]
Jung Tae estar em seu quarto arrumando as suas malas para ir morar no apartamento junto com Su-bin. Ele não dormiu a noite toda, sua curiosidade fez com que ele pesquisasse vários livros da história da Coreia do Sul e do mundo.
Ele se espantou com a facilidade de achar informações e de entender como as eras se desenvolveram, desde de conflitos, tecnologias e o início da modernidade. Ele ficou em choque ao saber que magia não existia ou, pelo menos, não havia indícios dela.
Sabendo da profundidade de elementos culturais e políticos da modernidade, assim como ausência de guildas, monstros e etc, a não ser em livros de ficção, que no início ele achou que se tratava de elementos reais de seu mundo, mas não passou de mera coincidência.
A violência havia diminuído, mas não da forma que ele imaginou, as elites tomavam conta do mundo e se você tivesse poder e influência teria um papel significativo nas tomadas de decisão a nível global.
Analisando esse mundo a noite toda, tem muitas… mas muitas coisas que nem imagino que seriam possíveis de se fazer sem intermédio de elementos mágicos ou porções. Impressionante a capacidade humana de desenvolver novos sistemas sem precisar de itens mágicos…
Por agora, o que a Su-bin me disse, tem minha atenção e parece que as coisas não serão tao simples sem a influência da minha família, devo tentar traçar estratégias para sobreviver e subir na hierarquia.
Esses novos elementos chamados de tecnologia devem permitir que eu consiga desenvolver mais ferramentas para meus planos.
Jung Tae saiu de seu quarto e foi até a porta da frente, sendo observado pelos funcionários, enquanto olhares de julgamento eram possíveis.
Chegando na porta frontal da mansão, um dos mordomos disse que seus pais haviam preparado um carro para leva-lo a faculdade e que o motorista ao final do dia letivo, pegaria Jung Tae e Bae Su-bin e levaria até o apartamento que lhes foi dado.
– Sabe onde estão meus pais? – perguntou Jung Tae indo até a porta.
– Os senhores e senhoras Jung foram direto para a empresa e não devem retornar até a noite – respondeu o mordomo.
– Entendo, obrigado pela explicação – disse Jung Tae saindo da casa.
Entrando no carro, o motorista deu partida, e antes de ir na faculdade, ele passou para pegar a Bae Su-bin para eles irem juntos para a faculdade.
Após 25 minutos, eles chegam a residência dos Bae, onde na porta estava Bae Su junto de sua mãe, elas vendo o carro se aproximando se abraçam e Bae Su-bin entra no carro.
– Bom dia – ela respondeu com um sorriso ao entrar
Jung Tae apenas ignorou e ficou mexendo no celular, algo que ele estava fazendo desde que entrou no carro.
“Será que ele recuperou as memórias? Para ele fica imerso no seu celular.. espera…” o pensamento é interrompido quando ela se aproxima para dá uma olhada mais de perto.
Sentindo a aproximação, Jung Tae estende a mão e coloca na cara dela a empurrando levemente.
– Vejo que é uma garota curiosa, sabia que a curiosidade pode matar? – perguntou Jung Tae ainda olhando para o telefone.
– Seu… – Ela tira a mão dele e vira o rosto pra janela – só tava curiosa para ver o que tava fazendo.
Após esse evento, eles ficam um tempo quieto, e ela pergunta:
– Porque você tá interessado em saber como funciona a economia? Não me diga que agora quer se esforça, após ser despejado? – disse em tom de deboche Su-bin.
– Não tem realmente um motivo, apenas achei interessante algumas situações da coreia em relação ao mundo – ele respondeu ainda imerso no celular.
– Céus… o que aconteceu com você? – perguntou enquanto olhava para o rosto de Tae.
Sendo sincero, agora entendi por que a Bae Sunga teve aquela reação após eu dá a ela 1000 won, diferente do meu antigo mundo, onde a economia era mais simples com uma moeda universal.
Na coreia em relação a outras terras, chamadas de países, entra o Câmbio, cada lugar tendo sua própria moeda que competem com o dólar, que seria a moeda mais forte e referência ao fazer comércio internacional.
Então, meus 26 mil Won… são nada, se eu pegar a conversão do dólar atual, 1$ dólar seria equivalente a 1.4K de Won, ou seja, tenho somente 18 dólares… então sou um falido completo! E parando para pensar, esses pais arrombados não falaram que bancariam minha faculdade!
Alias, faculdade seria como uma biblioteca do conhecimento de meu antigo mundo, o que é estranho que as pessoas tenham acesso a essa tecnologia chamada celular e não a usem para buscar conhecimento.
A Su-bin, por exemplo, a vi digitando e vendo coisas estranhas, como algum tipo de monstros dançando, ou seja lá o que isso significava.
De qualquer forma… tenho pouca grana… e então… se eu tenho pouca grana… significa que tenho que ganhar mais.
[Sala de aula da Han River Academy, Coreia do Sul, Seul. 7:50 da manhã, 21 de fevereiro de 20xx]
– Você fez a atividade? Faltou duas para eu terminar – perguntou uma garota.
– Sim, eu terminei toda ela, embora ainda tenho dúvidas sobre a número 3 – respondia a amiga da garota.
Então os olhos se viram para a porta abrindo e Jung Tae e a Su-bin entram juntos na sala, o que era bem raro, se levamos em conta que ambos moravam em bairros diferentes.
– Ei, esses dois chegaram juntos? Será que dormiram juntos? – perguntou um dos garotos.
– Quer dizer, se eles são noivos, então eles devem fazer isso e aquilo – respondia outro.
– O que? Jogar jogos juntos – disse com curiosidade outro garoto.
– Sim, pode se dizer que eles “brincaram” de muitos jogos – respondeu de volta o garoto com uma cara estranha.
Ao se sentar na sua cadeira, Jung Tae é abordado pelo Seo Da-eun na sua mesa.
– Jung Tae, quero falar com você sobre algo – disse Seo Da-eun olhando nos olhos de Jung Tae.
O que? O que minha fonte de renda mínima quer agora? Será que quer me dá mais dinheiro?
– Pode falar, sou todos ouvidos – disse ele, aguardando a resposta.
– Eu sei bem que foi você que roubou o dinheiro na minha carteira, seu babaca – sussurrou no ouvido de Jung Tae, Seo-Da-eun.
– Então devo imaginar que você tenha provas que fiz isso, certo? – respondeu de volta Jung Tae.
Por sorte eu vi em meu celular que tem gravadores de vozes, uma magia interessante de imitar minha voz nesse pequeno aparelho, não sei do que ele seja capaz para tentar me fazer confessar algo, sem contar que tenho que ter mais cuidado com… câmeras… eu tive sorte de ele provavelmente não ter provas concretas que eu roubei ele.
Os estudantes observaram a atmosfera pesada, inclusive Bae Su-bin que estava no seu grupo de amigas.
– Amiga, por que o Jung Tae e o Seo Da-eun parecem está mais agressivos? Será que você tem algo haver com isso? – perguntou a amiga de Bae Su, curiosa.
– Haha… eu realmente não sei bem o que aconteceu entre esses dois… – disse sem graça a Bae Su-bin.
“bem…” ponderou Bae Su se lembrando da conversa.
[Flashback]
[Frente da Mansão da família Jung, Coreia do Sul, Seul. 8:20 da noite, dia 20 de fevereiro de 20xx]
– Jung Tae, já que vamos morar juntos, eu vou te passar algumas regras, mas antes… você deve evitar conflitos, você deve não saber a gravidade dessa reunião de agora, mas estava explícito que esses assuntos devem ficar em segredo para não afetar a imagem da empresa da sua família– sussurrava no ouvido dele a Bae Su-bin.
Jung Tae observa por um segundo e responder para ela:
– Evitar conflitos ou não, não tem a ver com você, se não quiser viver comigo ou não está de acordo com as minhas convicções, pode ir, eu não ligo realmente se você vai ser minha companheira de quarto. Se quiser morar comigo e fingir ser minha noiva para receber os benefícios, ok, não vou me meter, mas o que eu faço ou deixo de fazer não é da sua conta – respondeu de forma Fria Jung Tae olhando nos olhos dela.
[De volta a realidade]
“Jung Tae mudou bastante, mas o que pode ser a causa disso? Não importa o quanto eu veja… isso sempre me impressiona” pensou Bae Su-bin.
– Escuta Jung Tae, acho bom você devolver meus 27 mil Won e interromper seu noivado com a Bae Su-bin ou- – antes dele responder, Jung Tae levanta.
– Ou vai fazer o que? Me Bater? Me matar aqui? Levar assassinos? Você tem muita coragem de falar isso para um dos herdeiros (ex-herdeiro) da Keotic, se você realmente é homem, por que não tenta a sorte – disse Jung Tae num tom ameaçador.
Antes da situação esquentar, a professora entra na sala, ordenando que todos se sentem, para começar a aula.
– Você tem coragem Jung Tae, e essa coragem vai ser sua ruína – disse Seo Da-eun enquanto volta a sua cadeira.
– Vamos começar recolhendo as atividades da última aula – disse a professora se sentando.
[4 horas depois, no campus]
Essa professora gosta de tagarela bastante, mas devo dizer que ela me deu informações úteis para algumas dúvidas…
Jung Tae entendeu o conceito de valor do mundo, quanto mais tecnológico um item é, maior seu valor. Celulares tem um alto valor e itens assim podem ser roubado, o problema é como fazer isso…
Impressões digitais, Celulares com sistema de rastreio câmeras 24/7, policias mais dura e sem contratos, virá um ladrão seria impossível num país seguro como a Coreia do Sul.
Mas suas chances não eram exatamente zero, Jung Tae anotou em seu caderno todos os locais que tem câmeras na universidade enquanto ele andava, levando em conta o raio da câmera e qualidade delas, ele descobriu locais que podem ou não ser interessantes.
Um fato interessante é a questão da influência, quando ele reencarnou na sala de aula, ele se lembrou do valentão roubando o lanche de um garoto, e os professores ignorando.
Mas isso ainda pode ser um problema, se me pegarem roubando, minha imagem pode perde credibilidade se tiver câmeras ou testemunhas, talvez eu possa usar a distração das pessoas para furta suas carteiras.
O Problema é como fazer isso, só seria possível fazer isso se rolasse uma briga e gerasse uma comoção de pessoas distraídas… mas como posso fazer isso…
Enquanto olhava pelos arredores, ele viu um casal paquerando e um garoto estudando a uns 10 metros no banco atrás deles.
Hm… isso me dá uma ideia…
– Amor, você é minha paixão, eu faria tudo por você – dizia o namorado enquanto abraçava ela.
– Nossa, amor, você é tão romântico – dizia a garota de volta se aninhando a ele.
“Por que esses demônios não podem namorar em outro lugar? Sério, já é difícil de se concentrar… e ainda ficam dando esses apelidos em voz alta…” pensava o Nerd enquanto se concentrava.
Nisso, um avião de papel bate na cara da namorada, ela fala um “ai” e vê o avião no chão, ela pega e está escrito: “te achei uma gatinha, esse nerdzinho é melhor que esse corno, me liga”. Dizia na carta com alguns números.
Ao ver essa cena, ambos ficam incrédulos e o namorado irritado, procurando a direção, seus olhos caem em direção ao nerd, que tava lendo seu livro calmamente.
“Hum… será que eles finalmente foram embora? Não estou mais ouvindo barul-” pensava o Nerd, mas no momento que levantou a cabeça…
O namorado parou na frente dele e puxou ele pela gola:
– Acha bonito ficava paquerando minha namorada na minha frente? Filha da puta! – disse o namorado irritado.
– O- o que? Do que demônios você tá falando? Em primeiro lugar eu n- – o Nerd é interrompido por um tapa.
Esse tapa atraiu a atenção de várias pessoas que passavam e se juntaram para vê o que estava acontecendo.
– Eu disse que você poderia falar? Seu imbecil, eu deveria te bater para você aprender a não mexer com a namorada de ninguém – disse o namorado.
– Amor, acaba logo com isso, o intervalo tá acabando – disse a namorada com os braços cruzados.
– Vou ensinar uma lição de respeito para esse otá- –antes do namorado acertar um soco, um estrondo era escutado.
– Amorzinho! – uma voz um pouco grossa vinha atrás da multidão
SFX: Estrondo 4x
Todos olharam para atrás e viram um mamute… quer dizer, uma mulher acima do peso e com passos que parecia que racharia o chão.
– Onde está meu amorzinho? – ela perguntou enquanto procurava de um lado pro outro.
Ela vendo a multidão, ela se aproxima para ver o que tava acontecendo, até que viu o seu namorado sendo segurado pelo outro garoto.
– O que você tá fazendo com o meu namorado?! – ela diz avançando no meio da multidão, atropelando todo mundo.
Várias pessoas foram empurradas e caíram no chão, gritando de dor, quando ela chegou no local, ela pegou o garoto pelo colarinho e o levanta.
– Porque você tá batendo em meu namorado? Espero que tenha um bom motivo – perguntou a ma- a namorada do Nerd.
“Merda, por que essa baleia é tão gigante? Esse Nerd realmente namora com ela?” pensou o namorado tentando se soltar.
– Querida, eles me atacaram sem nenhum motivo aparente, eu estava estudando – disse o Nerd sentado na grama.
– Então é isso amorzinho, eu vou resolver isso – disse a namorada do Nerd com um sorriso.
“Me fudi…” pensou o valentão antes de ver uma mão indo na sua cara.
Ele recebe vários socos pesados e chutes, a cara dele ficou roxa e ele gritava e gemia de dor.
– Amor… eu acho que o sinal tá tocando… então é melhor eu… – disse a namorada do valentão, mas bateu numa “parede”…
– Onde pensa que vai? Você é a namorada dele, certo? Então tem culpa compartilhada – disse a namorada do Nerd sorrindo e batendo as mãos uma na outra.
[15 minutos depois]
Depois de uma surra, eles ficaram no chão desmaiados, e a multidão se dispersou para suas aulas sem ajudar eles, e então um abutre chegou ali perto.
*atchim* será que tem alguém falando mal de mim? Bem, mais duas carteiras, vamos ver o que eles tem aqui... hum… parece que 122 mil Won, deve ser em torno de 80 dólares… interessante, melhor eu levar esses dois para evitar suspeitas… espera, um cordão de ouro e um anel? Isso é interessante.
Jung Tae devolve as carteiras para os bolsos dele, e pega os dois para levar eles para a enfermaria para evitar as suspeitas de que foi ele que roubou as carteiras.
[20 minutos depois]
Jung Tae aparece na sala de aula, onde os alunos estão tendo aula, a professora falaria algo, mas uma das enfermeiras entrou:
– Desculpe a interrupção, esse jovem ajudou a carregar duas pessoas ferida para a enfermaria, ele me pediu para vir aqui confirma o motivo de sua ausência – disse a enfermeira.
– ah… bem… entendo, pode entrar Jung Tae, obrigado pelo aviso – disse a professora enquanto voltava a atividade.
Alguns alunos olhavam para o Jung Tae, mas eles voltaram a prestar atenção na aula. Com a Bae Su-bin observando o Jung Tae por um momento.
[Final do Expediente Escolar. 5:30 da tarde]
– Isso é tudo, olhem a página 130 e 138, tenham um bom final de semana, a gente se ver de novo na segunda – disse a professora saindo da sala.
Todos começam a se arrumar, e a Bae Su-bin se aproxima do Jung Tae:
– Jung Tae, o carro deve chegar em alguns minutos para irmos pro apartamento, ele fica… deixa eu ver… *olha no celular*. Ah, no distrito de Yongsan-gu, então vamos ter que ir de carro – dizia Bae Su-bin olhando pra Tae.
– De acordo, vamos indo então – ele se levanta e a segue.
Sussurros são ouvidos da briga que teve, e que isso poderia resultar em alguma punição para os envolvidos, mas que as câmeras acabaram não pegando o ângulo certo do local.
Enquanto caminhavam no corredor, uma menina apareceu na frente deles ofegante:
– Bae Su-bin, o professor tá chamando você com urgência no depósito de equipamentos – disse a garota num ritmo acelerado.
– Me chamando? Mas ele geralmente me passa as atividades na sala deles – disse com um pouco de descrença Bae Su.
– Ele disse que tinha um aviso a todos os representantes de classe, e é importante você ir – ela disse ainda mantendo o ritmo acelerado.
– *suspiro* Tudo bem, Jung Tae, eu vou indo e você me espera, caso o motorista apareça, diga para ele me aguarda – disse ela a Jung Tae.
– Vou esperar por você na frente da escola então – disse Jung Tae enquanto eles se separavam.
Eles seguiram os caminhos opostos, quando desceu as escadas, Jung Tae viu o casal de namorados que havia brigado na frente na saída da escola e abordaram Jung Tae.
– Ei, Jung Tae, queria te agradecer por ter ajudado eu e minha namorada ao levar a gente a enfermaria depois de termos uma discussão… – disse o namorado um pouco envergonhado.
– Ah, não se preocupe, isso é o que qualquer um deveria fazer, não precisam agradecer – disse Jung Tae apenas fazendo um gesto de negação.
– Muito obrigado mesmo, eu até lhe pagaria, mas infelizmente eu e minha namorada tivemos nosso dinheiro roubado quando desmaiamos, as câmeras da Academia não pegaram o ângulo e não sabemos quem foi… você chegou a ver algo? – perguntou o namorado com esperanças.
– Não, quando eu cheguei vocês estavam desmaiados, talvez tenha sido alguém que se aproveitou… mas boa sorte para vocês, eu preciso ir agora – disse Jung Tae se despedindo.
Assim que ele chega na porta ele não ver o carro nem nada do tipo, e então usa esse tempo para continuar suas pesquisas… até que ele recebe uma notificação de Bae Su-bin.
Ao abrir… uma mensagem dizia: “Jung Tae, dessa vez você não tem para onde escapar, acho bom vim salvar sua noiva… ou algo muito ruim vai acontecer” disse Seo Da-eun… com a imagem dela amordaçada.
Nesse exato momento, o carro chega e começa a buzinar, ele observa a situação, e começa a andar em direção ao carro.
Esse problema não é meu, eles não devem ser doidos de fazer algo, e provavelmente vão desistir.
Quando ele dá dois passos… ele começa a refletir… e palavras em sua mente começam a borbulha…
“Sombra, você deve ter mais empatia”
“Sombra, me ajude! Por favor!”
“Sombra… esse será seu nome a partir de hoje, não se preocupe, você vai ser um grande ladrão”
“Sombra… eu te salvei para que pudesse continuar seu legado, lembre que nunca mate inocentes, independente do que seja, você é um dos meus melhores amigos, creio que seremos grandes parceiros”
“O consorte usa calcinha…”
Droga… por que essa K precisa aparecer logo numa hora dessa…
SFX: Passos de corrida.
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Fim do Capítulo 2
Escrito por: Gabriel dos Santos S. (John Palmer)